Pregações
Evangelicas
Introdução.
- A cidade de Corinto era um importante centro comercial.
- O apóstolo Paulo pregou o evangelho ali durante
a sua segunda viagem
missionária.
- Era uma igreja jovem, com muitos problemas e precisa
de orientações.
- Foi escrita antes dos evangelhos, portanto aqui temos
o primeiro relato
sobre como a Ceia do Senhor deveria ser celebrada.
- v. 23. "tomou o pão".
- Símbolo da encarnação de Cristo.
Cristo vindo a este mundo.
- Vamos recordar as três vergonhas que Cristo passou:
a) A encarnação:
Veio a este mundo.
b) Morreu na cruz: Como um assassino.
c) Fundou a igreja: Que tanta tristeza tem lhe dado.
- Romanos 8:3. Jesus
não tomou a forma de anjo,
mas de homem.
- v. 24. "que é partido por vós"
- Seu sofrimento em nosso lugar.
- Seu corpo seria partido na cruz, como o pão, para
nossa redenção.
- Ilustração: Judas recebe o bocado de pão
da tigela no centro da mesa.
Servir este bocado de pão era honrar a pessoa que
recebia.
Imagine o sofrimento emocional de Jesus, seguido do sofrimento
físico.
- v. 24b. "partido por vós"
- Ele é o nosso substituto.
- Isaías 53:5 já anunciava esta substituição
- Ilustração: Gênesis 22: 6 - 13.
- Para Isaque e para nós apareceu um substituto.
- v. 29. "como deste pão e beba deste cálice"
- Ele nos faz um convite.
- "Examine-se": é para participar, não
para deixar de participar.
- "A vida que não é examinada não é digna
de ser vivida" ( Sócrates)
Conclusão
- João 13: 30. Judas não participa da Ceia
do Senhor.
- Você é convidado a participar.
- "Indignamente". É participar sem saber
o que esta fazendo
Sem ter uma experiência de conversão
Pr. charleston
3
Segredos Que
o Ajudam a Receber
CURA DIVINA
João 10 :10 - " O ladrão, não
vem senão para roubar, matar e destruir. Eu vim
para que tenham vida e a tenham com abundância.
Jesus disse um dos maiores segredos da Bíblia, que é o
seguinte: o culpado de todo o mal não é Deus é o
diabo.
Mas, sabe que há muita gente que pensa assim? Há muita
gente que diz: "Ah, eu estou muito doente, porque
Deus permitiu!"
Há pessoas que quando vêem alguém morrer
pensam que Deus é o culpado. Mas, eu quero lhe dizer:
Deus não é culpado.
O diabo é que tem a culpa.
O diabo é que veio para matar, para roubar, para
destruir.
O diabo nunca conseguiu arranjar nada. Ele só sabe
partir, aquilo que alguém construíu.
O diabo não sabe fazer nada, muito menos arranjar
alguma coisa.
O diabo é mau, mas Deus é bom.
Diga comigo: O diabo é mau, mas Deus é muito
bom.
A primeira coisa que vemos no versículo que lemos
anteriormente, é que Deus é bom e só veio
para dar vida e vida em abundância e que o diabo é mau
e só veio para partir, estragar e matar.
Então a culpa de uma pessoa estar doente não é de
Deus, é do diabo.
Primeira coisa que um doente precisa saber é isto:
DEUS NÃO É CULPADO, MAS SIM O DIABO.
Agora vamos ler o Salmo 103 : 3 :
- " É Ele quem perdoa todas as tuas iniquidades,
quem sara todas as tuas enfermidadades. "
É
Ele quem ? Jesus.
O que é que Ele faz ? Perdoa TODAS as iniquidades
e sara TODAS as enfermidades.
Você acha que Deus sara TODAS?
Acha que Deus consegue curar TODAS as enfermidades?
Claro que consegue.
Então porque é que há tanta gente
doente ?
Porque eles ainda não receberam.
Se eu lhe quisesse oferecer uma Bíblia, você tem
só que receber. Não precisa de pedir. Você não
precisa de chorar. Você pode apenas estender o braço
e RECEBER.
Com Jesus é a mesma coisa. Porque é que há tanta
gente que está doente ? Porque ainda não
receberam. A Bíblia diz que Jesus cura, sara TODAS
as enfermidades.
Esta é uma grande verdade que Deus quer que o doente
saiba.
DEUS CURA TODAS AS DOENÇAS.
Irmãos, diz a Bíblia que Deus perdoa todas
os pecados e cura todas as enfermidades. Não importa
a enfermidade que você tenha.
Vamos ler Isaías 53 : 4 e 5 :
- " Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas
enfermidades e carregou com as nossas dores ... "
É
mesmo de verdade? É mesmo verdadeiramente? Ele carregou
mesmo? Com as nossas enfermidades? E com que mais? As dores?
Com as dores também ? Sim, com as nossas dores também.
Com todas as dores.
"
E, nós o reputavamos por aflito, ferido de Deus
e oprimido e ele foi ferido por causa dos nossos pecados,
moído por causa da nossa iniquidade, o castigo que
nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras
FOMOS SARADOS. "
Parece que nos enganamos a ler a Bíblia!!! Não
FOMOS, vamos ser sarados quando chegarmos ao céu
! O que é que vem na sua Bíblia, irmão
? FOMOS mesmo sarados ? FOMOS quando ?
FOMOS JÁ SARADOS NA CRUZ.
Preste atenção, que isto é muito importante
:
Quando Jesus morreu na cruz, Ele cravou lá os nossos
pecados e enfermidades e dores.
Você não precisa mais de carregar esses fardos.
Imagine uma pessoa com um saco às costas, muito
pesado. Se Jesus lhe aparecesse e lhe dissesse : " dá-me
cá o saco, que eu levo o saco ". Você não
precisava mais de levar o saco, pois não?
É
isso que Jesus está aqui a dizer. Ele já providenciou
tudo para a salvação e cura divina.
Hoje, quando uma pessoa quer ser salva, não é necessário
vir Jesus morrer na cruz outra vez ! Ele morreu uma vez
por todas. Então hoje a pessoa só tem que
entregar a vida a Jesus e fica automáticamente salvo.
CURA DIVINA é a mesma coisa.
Eu só preciso de vir a Jesus e RECEBER a minha cura,
porque ele já me curou na cruz do calvário.
Ele crucificou as enfermidades TODAS na cruz.
Primeiramente o que eu quero compartilhar consigo é que:
DEUS NÃO É CULPADO DAS PESSOAS ESTAREM DOENTES
!!!
O diabo, ele sim, é culpado.
Há 3 segredos que eu quero compartilhar consigo
PARA o ajudar a RECEBER a sua cura.
Muitas pessoas estão doentes e embora Jesus já tenha
pago pelas enfermidades todas, embora Jesus queira curar
toda a gente, sabe que Ele nem sempre consegue? Ele não
consegue por falta de fé.
1º SEGREDO
Você não precisa vir para pedir, mas sim
para RECEBER.
Porque é que algumas pessoas estão doentes
?
Porque quando vão a Jesus, choram, pedem, mas não
recebem:
- " Ai, Jesus, cura-me, Senhor, porque eu estou muito
doente ... ai, mas cura-me Jesus, cura-me Senhor ... "
E, vai para casa na mesma. Então, o que é que
devemos fazer? Muito simples. Ir a Jesus e dizer:
- "Senhor, eu aprendi na Bíblia que tu já curaste
toda a gente, eu só preciso de receber, pois, então,
eu creio que recebo a minha cura, amém."
Depois, já tem, está a entender ?
Vai para casa levando a cura dentro de si.
Porque, enquanto, estivermos a chorar ou a pedir: " Ó Deus
cura-me, ó Senhor cura-me, óóóóó ...
cura-me ", o que é que vamos conseguir? Nada.
O que é que eu tenho que fazer ? RECEBER.
Diga: RECEBER. RECEBER. RECEBER.
Não é preciso pedir, irmão ?
É
preciso chorar ? Não.
É
preciso esperar muito ? Não.
É
só o quê ?
Fazer o quê ?
RECEBER.
Entendeu ?
Agora repare. Muitas pessoas porque desconhecem este segredo,
até fazem promessas :
- " Ó Deus se tu me curares, eu promete pagar
uma promessa de 10 velas. "
Você acha que Deus lá no céu tem falta
de luz ? Claro que não. Jesus não precisa
das velas de ninguém.
"
Ó Jesus, se Tu me curares, eu dou-te mais dinheiro;
eu dou-te 10% disto ... "
Você acha que se pode comprar Jesus ? Dar-lhe uma
comissão ?
Claro que não ! Porque é que Jesus precisa
do seu dinheiro e do meu ?
NÃO, meus amigos, NÓS NÃO
PRECISAMOS DE PROMETER NADA.
É
SÓ RECEBER.
Diga : É SÓ RECEBER ! É SÓ RECEBER
! É SÓ RECEBER !
2º SEGREDO
FÉ É EU ACREDITAR QUE ESTOU CURADO AGORA,
SEM EU VER, SEM EU SENTIR NADA.
Algumas pessoas só acreditam que stão curadas,
quando elas se virem curadas.
Quando elas se sentirem curadas, então elas vão
acreditar que já estão curadas.
Quando elas virem o relatório médico a dizer
que já está tudo bem, então é que
elas vão acreditar que estão curadas.
Mas, isso não é fé. É o oposto
de fé.
FÉ É EU ACREDITAR QUE ESTOU CURADO AGORA,
SEM EU VER, SEM EU SENTIR NADA.
Quando eu vou a Jesus eu creio que recebo a minha cura,
no momento que oro.
Então se eu recebo já tenho. Não é verdade,
irmão ? Assim, eu vou para casa, acreditando que
já tenho. Eu não vou ter. Eu já tenho
a minha cura.
- " Ah, mas eu não sinto nada ! "
- " Mas fé diz que eu não ando pelas
vistas, mas pela fé ".
Fé, é eu acreditar que estou curado sem ver.
Fé é acreditar que estou curado mesmo que
não sinta nada.
Uma vez, havia um homem chamado Tomé. Tomé era
discípulo de Jesus Cristo, até era apóstolo
de Jesus, veja só. Quando Jesus ressuscitou, apareceu
aos discípulos. Mas o Tomé não estava
( tinha ido tomar um café ... ). E, então,
quando o Tomé chegou lá a casa, os outros
disseram-lhe : " Olha, Tomé, tu sabes as boas
novas ? Sabes que Jesus ressuscitou e esteve aqui ? "
E, Tomé disse :
- " Ah, não senhor. Não acredito. Só se
eu vir com os meus olhos, sentir com as minhas mãos,
sentir a carne de Jesus e meter o meu dedo no buraco onde
cravaram os pregos nas mãos de Jesus, então
sim, é que eu vou acreditar. "
Passado uns tempos, Jesus apareceu e disse :
- " Tomé, tu és um incrédulo,
não tens fé ".
Porquê ? Porque é que Jesus disse isso ? Porque
o Tomé só queria acreditar que Jesus estava
ressuscitado, depois que ele visse Jesus. Mas, Jesus quer
a gente acredite primeiro e então, vamos ver depois.
Você está a perceber ? Isto é muito
importante.
Então, quando você for RECEBER cura divina,
deve receber e continuar vivendo acreditando que já está curado
:
- " Quer eu veja, quer não, eu já estou
curado. Eu recebi. "
Isto é que é fé. E, Jesus disse que
sem fé é impossível agradar a Deus.
Sem acreditar deste género, desta maneira, não
se pode agradar a Deus.
E por último o 3º segredo que eu quero compartilhar
está em Marcos 4.
3º SEGREDO - Cura nem sempre é instantânia
MARCOS 4 : 26
"
E disse também : o reino de Deus é assim
como se um homem lançasse semente à terra
e dormisse e se levantasse, de noite ou de dia, e a semente
brotasse e crescesse sem ele saber como. Porque a terra
por si mesma, produz o fruto. Primeiro a erva, depois a
espiga e por último o grão cheio na espiga.
E, logo que o fruto amadurecer, mete-lhe a foice, porque é chegada
a ceifa. "
Muita gente, pensa que quando a gente ora por um doente,
se ele não ficar instantâneamente curado,
então, isso significa que Jesus não o curou.
Eu já pensei assim. Quando eu me converti a Jesus,
eu julgava que quando eu orava e pedia alguma coisa a Deus
que Ele tinha que me responder de imediato, por que senão,
era sinal de que Ele não me tinha respondido.
Eu julgava que quando a gente orava por um doente, ele
tinha que ficar curado instantâneamente, porque senão
era sinal de que Deus não tinha respondido.
Mas, eu quero trazer aqui as boas novas. No reino de Deus,
tudo funciona à semelhança de um agricultor.
O agricultor semeia a semente no chão. Depois não
se vê nada. A semente está escondida debaixo
da terra e não se vê nada.
Ora é exactamente isso. Quando eu imponho as mãos
sobre o doente, eu imponho uma mão, de um homem,
mas, o Espírito Santo de Deus, pöe a unção
de Deus, a semente de cura divina, meu irmão. Aleluia.
Essa semente vai entrar dentro de si e vai crescer e crscer
e crescer ... Ao princípio não se vê nada. é como
a semente que está escondida debaixo da terra. Não
se vê nada, mas está lá dentro a crescer.
Cura divina é isto. Agora preste atenção,
há :
- Cura Instantânea e
- Cura Progressiva.
Se for instantânea, quer dizer, se a pessoa ficar
curada instantâneamente, sabe que isso não é uma
cura, é um milagre.
Há pouco tempo estava na igreja da Praça
de Espanha, e uma senhora largou o aparelho do ouvir, instantâneamente.
Isto não é cura. É um milagre. Mas,
cura divina é como o lavrador pöe a semente
na terra e a semente cresce e cresce até que chega
um dia, e está tudo bem.
Cura divina é assim. O próprio Senhor Jesus
Cristo, nem sempre tinha tudo instantâneo. Eu não
sabia, mas é verdade. Uma vez, Jesus falou a uma
figueira e disse à figueira: " nunca mais ninguém
coma de ti ".
Jesus amaldiçoou uma figueira. Mas, aparentemente
estava tudo na mesma, parece que figueira estava viva.
Mas, no dia seguinte, quando passaram lá ao pé da
figueira, viram que ela tinha começado a secar pela
raíz.
Quando eu imponho as mãos sobre uma pessoa que tem,
por exemplo, um cancro ou um tumor, eu sei que aquele tumor,
aquele cancro, está a começar a secar pela
raíz. Aleluia.
Quando eu imponho as mãos numa pessoa que tem uma
enfermidade, tem um orgão que está defeituoso,
um rim que não funciona, um coração
que não bate bem, um sangue que não está em
condiçöes, eu sei que a semente de cura divina
vai entrar nesses orgãos e vai começar a
saúde lá dentro, e vai repôr o que
está estragado e vai arranjar o que está mal.
Aleluia ! Pode demorar um minuto, pode demorar uma hora,
pode demorar um dia ou uma semana, mas a pessoa vai ficar
curada se ela acreditar, se ela não vacilar, se
ela não duvidar a semente vai crescer, crescer,
crescer, até ficar curada.
Uma vez, eu estava a orar por uma moça. Ela tinha
a coluna torta, tinha muitas dores ( aliás o testemunho
dela vem no meu livro de Cura Divina ). Os médicos
não lhe davam chance porque não havia cura.
Mas, ela ouviu e ouviu estas minhas liçöes
e, um dia, veio ao pé de mim e disse :
- " Pastor, eu venho para RECEBER, não é para
chorar, nem pedinchar, é para RECEBER a minha cura. "
Eu impus as minhas mãos sobre ela. Impus com fé e
ela RECEBEU com fé.
E, foi um daqueles dias maravilhosos em que Deus operou à frente
de toda a gente. Logo, a moça caíu debaixo
do poder, da unção de Deus. Nós estavamos
para levantar a moça, mas o Espírito de Deus
disse-me :
- " Não levantes porque eu estou a fazer uma
operação. "
Passados mais ou menos 10 minutos, ela levantou-se e contou-nos
o testemunho, o que se tinha passado. Diz que pareciam
duas mãos. Uma agarrarou-a pela cabeça, outra
mão pela perna e com muita suavidade esticou o corpo
até a espinha ficar completamente curada. E continua
curada pelo poder de Jesus Cristo.
Hoje, se você estiver doente, eu quero lhe dizer
uma coisa :
- JESUS CRISTO EXISTE PARA O CURAR. É SÓ RECEBER.
Diga comigo : RECEBER. RECEBER.
Diga : EU VOU A JESUS PARA RECEBER.
DEUS TEM UM MILAGRE PARA SI.
DEUS CURA TODAS AS PESSOAS.
DEUS CURA TODAS AS ENFERMIDADES.
DEUS CURA HOJE.
Para os padrões humanos, a história
de Samuel tinha tudo para dar errado
Poligamia, apetite entorpecido e esterilidade.
Para os padrões humanos, a história de Samuel
tinha tudo para dar errado, ou melhor, não era nem
para ela existir, pois sua mãe Ana era estéril.
Contudo, os padrões de Deus são outros. Ilimitado é o
Seu poder, e maior que tudo o Seu amor (João 3:16).
O relato de 1 Samuel inicia com uma breve descrição
de Elcana, pai de Samuel. Já no segundo versículo,
a Palavra de Deus informa: “E este [Elcana] tinha
duas mulheres: o nome duma era Ana, e o nome da outra Penina.” A
poligamia fica evidente e o motivo da discórdia
também: “Penina tinha filhos, porém
Ana não tinha filhos.”
Ana sofria muito com esse “aceitável” costume
da época. “E sua competidora [Penina] excessivamente
a irritava para a embravecer: porquanto o Senhor lhe tinha
cerrado a madre” (1 Samuel 1:6). A primeira lição
que podemos absorver dessa história é que
o fato de um costume ser aceito pela sociedade não
significa ser algo bom, tampouco aprovado por Deus. Reflitamos
nos costumes que a “pós-modernidade” nos
quer empurrar “goela abaixo”.
Ana era a primeira esposa de
Elcana. Quando ela não teve filhos, ele tomou outra
esposa. "Mas este passo, motivado pela falta de fé em
Deus, não trouxe felicidade. Filhos e filhas foram
acrescentados à casa; mas a alegria e beleza da
sagrada instituição de Deus foram mareadas,
e interrompera-se a paz da família. Penina, a nova
esposa, era ciumenta e dotada de espírito estreito,
e conduzia-se com orgulho e insolência. Para Ana,
parecia a esperança estar destruída, e ser
a vida um fardo pesado"..............
O segundo aspecto interessante da história dos
pais de Samuel é que eles cumpriram de forma cabal
um voto feito ao Deus verdadeiro. Ana prometeu: “Senhor
dos Exércitos, se benignamente atentares para a
aflição da Tua serva, e de mim Te lembrares,
e da Tua serva Te não esqueceres, e lhe deres um
filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias
da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha" (1
Samuel 1:10 e 11).
Antes de prosseguir, vale ressaltar que, assim como Sansão
(ver Juízes 1:7), Samuel também não
deveria cortar o cabelo. Ambos eram nazireus, homens cheios
do Espírito Santo. Somente a decisão e as
atitudes de cada um foram diferentes.
Ana cumpriu seu voto: “Por este menino orava eu;
e o Senhor atendeu à minha petição,
que eu Lhe tinha feito. Por isso também ao Senhor
eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor
foi pedido. E adorou ali ao Senhor” (1 Samuel 1:26-28).
Não foi fácil para Ana cumprir o que prometera.
O ambiente em que vivia Eli, o sacerdote da época,
era corrupto, pois seus filhos “não conheciam
ao Senhor” (1 Samuel 2:12). “Eram, porém,
os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam
com o Senhor; pois o costume daqueles sacerdotes com o
povo era que, oferecendo alguém sacrifício,
vinha o moço do sacerdote, estando-se cozendo a
carne, com um garfo de três dentes na mão;
e metia-o na caldeira, ou na panela, ou no tacho, ou na
marmita, e tudo quanto o garfo tirava o sacerdote tomava
para si; assim se fazia a todo o Israel que ia ali, a Siló.
Também, antes de se queimar a gordura, vinha o moço
do sacerdote e dizia ao homem que sacrificava: Dá essa
carne para assar ao sacerdote; porque não aceitará de
ti carne cozida, senão crua. Se o ofertante lhe
respondia: Queime-se primeiro a gordura, e, depois, tomarás
quanto quiseres, então, ele lhe dizia: Não,
porém hás de ma dar agora; se não,
tomá-la-ei à força. Era, pois, mui
grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto
eles desprezavam a oferta do Senhor” (1 Samuel 2:12-17).
Os filhos de Eli tinham o apetite entorpecido. Roubavam
carne crua daqueles que iam oferecer ao Senhor. Cometiam
também práticas sexuais ilícitas.
Que ambiente para crescer uma criança pura e ensinada
nos caminhos de Deus. Que dura prova para Ana e Elcana.
Mas eles cumpriram o voto e Deus fez de Samuel um dos profetas
mais importantes da história bíblica.
Ana orava e trabalhava. “Desde o primeiro
despontar da inteligência do filho ela lhe ensinara
a amar e reverenciar a Deus, e a considerar-se como sendo
do Senhor.
Por meio de todas as coisas conhecidas que o cercavam,
procurou ela elevar seus pensamentos ao Criador. Depois
de separada de seu filho, a solicitude da fiel mãe
não cessou. Cada dia ele era objeto de suas orações.
Cada ano ela lhe fazia, com as próprias mãos,
uma túnica para o serviço; e, subindo com
o esposo para adorar em Siló, dava ao menino esta
lembrança de seu amor. Cada fibra da pequena veste
era tecida com uma oração para que ele fosse
puro, nobre e verdadeiro. Não pedia para o filho
grandezas mundanas, mas rogava fervorosamente que ele pudesse
alcançar aquela grandeza que o Céu dá valor.
Quanto ao tema do apetite pervertido e da intemperança,
ontem foi divulgada na BBC a seguinte matéria: “Organização
Mundial da Saúde alerta para aumento do risco de
epidemias globais.” Sugiro ler toda a notícia,
reproduzida neste blog. Entre outras advertências,
a OMS afirma que as “doenças infecciosas estão
se propagando mais depressa do que nunca”.
Você pode perguntar o que a história de Samuel
e dos intemperantes filhos de Eli tem a ver com isso. O
elo é que as doenças e epidemias estão
aumentando pela falta de um estilo de vida saudável.
Esse era o modo de vida ao qual estaria exposto Samuel,
mas a mãe dele não titubeou e cumpriu o voto
que fizera.
Para concluir o tema da intemperança, cabe ressaltar
que a BBC, em sua reportagem, "só" esqueceu
de responder (ou melhor, buscar um especialista que respondesse)
o que é mais importante em uma matéria jornalística:
o porquê. Epidemias não acontecem à toa.
A falta de ar puro, água pura, luz solar, uma dieta
vegetariana balanceada, exercício, descanso, uma
vida regrada e confiança em Deus provocam não
apenas epidemias, mas a destruição de nossa
raça.
As práticas sexuais ilícitas, o apetite
desenfreado, o grande consumo de alimentos industrializados
e de carnes enfermas - que hoje têm grande quantidade
de hormônio feminino - e a falta de higiene também
são fatores causadores de epidemias.
Se a Organização Mundial da Saúde
se preocupasse mais com as causas do que com os efeitos,
as epidemias e as enfermidades que açoitam o mundo
poderiam, quem sabe, ser controladas.
A história de Elcana e Ana continha ingredientes
bem amargos: esterilidade, rivalidade no lar e poligamia.
A diferença foi que Ana confiou nAquele que é fiel
e justo. Depositou suas esperanças no “Desejado
de Todas as Nações”, Cristo Jesus.
O resultado é conhecido. Ana cantou, exultou, regozijou.
Tomemos seu exemplo e façamos dele o nosso. Exclamemos
como essa fiel serva do Senhor: “O meu coração
exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor;
a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto
me alegro na Tua salvação. Não há santo
como o Senhor; porque não há outro fora de
Ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus” (1
Samuel 2:1-2).
Estou
crucificado com Cristo; logo, já não sou
eu quem vive,
mas Cristo vive em mim..." (Gl 2.19b-20).
A "palavra da cruz":
poder de Deus
Os elementos anticristãos do mundo secular dariam
tudo para conseguir eliminar manifestações
públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista
no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas
procissões, sendo freqüentemente feita de ouro
e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida
mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço
ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa. É preciso
perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia
a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual
Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão
limpa, tão glamourizada.
Não importa como ela for exibida, seja até mesmo
como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente
reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que
reside o grave problema. A própria cruz, em lugar
do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou
o centro da atenção, resultando em vários
erros graves. O próprio formato, embora concebido
por pagãos cruéis para punir criminosos,
tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de
propriedades mágicas, alimentando a ilusão
de que a própria exibição da cruz,
de alguma forma, garante proteção divina.
Milhões, por superstição, levam uma
cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas,
ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal
e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo,
não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado
juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.
A "palavra da cruz": poder de Deus
Paulo afirmou que a "palavra da cruz é loucura
para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos,
poder de Deus" (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da
cruz não reside na sua exibição, mas
sim na sua pregação; e essa mensagem nada
tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte
de Cristo sobre ela, como declara o evangelho. O evangelho é "o
poder de Deus para a salvação de todo aquele
que crê" (Rm 1.16), e não para aqueles
que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.
O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma
explicitamente: "venho lembrar-vos o evangelho que
vos anunciei... por ele também sois salvos... que
Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,
e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo
as Escrituras" (1 Co 15.1-4). Para muitos, choca o
fato do evangelho não incluir a menção
de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era
essencial à nossa salvação. Cristo
tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma
de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em
si tinha alguma ligação com nossa redenção.
O imprescindível era o derramamento do sangue de
Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios
do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue
não há remissão" (Hb 9.22); "é o
sangue que fará expiação em virtude
da vida" (Lv 17.11).
Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante.
O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante
intensidade da maldade inata ao coração de
cada ser humano. Ser pregado despido numa cruz e ser exibido
publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios,
era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante
que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o
insignificante ser humano fez ao seu Criador! Nós
precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror,
em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois
não foram somente a turba sedenta de sangue e os
soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas
sim nossos pecados!
A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus
Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a
terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada
de cultura e educação, o coração
humano é "enganoso... mais do que todas as
cousas, e desesperadamente corrupto" (Jr 17.9), capaz
de executar o mal muito além de nossa compreensão,
até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que
pacientemente o supre. Será que alguém duvida
da corrupção, da maldade de seu próprio
coração? Que tal pessoa olhe para a cruz
e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais
interior! Não é à toa que o humanista
orgulhoso odeia a cruz!
Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração
humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia
e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa
seria capaz. Em contraste com esse mal indescritível,
com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o
Senhor da glória, que poderia destruir a terra e
tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se
ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela
cruz! Cristo "a si mesmo se humilhou, tornando-se
obediente até à morte, e morte de cruz" (Fp
2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com
amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos,
mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que
nós justamente merecíamos.
A cruz prova que existe perdão para o pior dos
pecados
Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo,
e especialmente o crucifixo católico que exibe um
Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz
a missa. A ênfase está sobre o sofrimento
físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos
pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem
fez a Ele e só podia nos condenar a todos. Nossa
redenção aconteceu através do fato
de que Ele foi ferido por Jeová e "sua alma
[foi dada] como oferta pelo pecado" (Is 53.10); Deus
fez "cair sobre ele a iniqüidade de nós
todos" (Is 53.6); e "carregando ele mesmo em
seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1
Pe 2.24).
A morte de Cristo é uma evidência irrefutável
de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado,
que a penalidade precisa ser paga, caso contrário
não pode haver perdão. O fato de que o Filho
de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado
a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos
pecados ["Se possível, passe de mim este cálice!" (Mt
26.39)], é prova de que não havia outra forma
de o ser humano ser redimido. Quando Cristo, o perfeito
homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar,
o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria.
Qual deve ser, então, o juízo sobre os que
rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão
oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!
Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar
o alarme quanto ao julgamento que está por vir,
precisamos também proclamar as boas notícias
de que a redenção já foi providenciada
e que o perdão de Deus é oferecido ao mais
vil dos pecadores. Nada mais perverso poderia ser concebido
do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim,
foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e
misericórdia, orou: "Pai, perdoa-lhes, porque
não sabem o que fazem" (Lc 23.34). Assim sendo,
a cruz também prova que existe perdão para
o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.
Cuidado: não anule a cruz de Cristo!
Quando
Deus Diz "Não"
Jesus era um homem de oração e freqüentemente
fazia súplica a seu Pai em favor de outros. No jardim,
poucas horas antes de sua morte, encontramo-lo orando por
si mesmo, mostrando-nos que é certo descarregarmos
nossas mais profundas inquietações e ansiedades
sobre um carinhoso Pai Celestial.
Nosso Senhor, além de ser divino era um ser humano.
Nossas mentes frágeis não podem compreender
como pode existir um tal ser nem como esta dupla natureza
se encaixou em sua vida. Simplesmente acreditamos que é assim.
Uma das peças de evidência que Jesus foi realmente
humano foi aquele choro angustiado na tranqüila noite
no Getsêmani: "Aba,Pai... passa de mim este
cálice". Quando ele enfrentava a horrível
perspectiva da crucificação, ele chorou profundamente
e orou fervorosamente para que não precisasse beber
o cálice amargo do sofrimento. Sua humanidade, naquela
cena, deveria ficar impressa definitivamente em nossos
corações.
Quando ele continua a orar, ele reconhece que todas as
coisas são possíveis para o Pai, entretanto
sua atitude é: "Contudo, não seja o
que eu quero, e sim o que tu queres". Ele reconhece
que na boa providência de Deus não pode haver
modo de escapar da crucificação, entretanto,
em sua humanidade, ele anseia pela possibilidade remota.
Ele repete a oração três vezes e não é vã repetição.
Seu coração está profundamente perturbado,
e seu pedido em lágrimas enche o silêncio
da noite.
Como Deus respondeu à oração? Conquanto
não haja afirmação definitiva, sabemos
qual foi a resposta de Deus. Sua resposta foi: "Não,
Filho, não pode escapar desta experiência
horrível. Tem que beber o cálice até o
fim." É possível que a resposta tenha
vindo quando "lhe apareceu um anjo do céu que
o confortava" (Lucas 22:43). Embora Deus amasse seu
Filho unigênito, ele não o pouparia deste
grande trauma. O plano da eternidade para a redenção
do homem estava em jogo e não poderia haver nenhum
ponto de retorno agora. Pelo bem-estar do mundo, Deus disse "não" a
Jesus naquela noite fatídica. E devemos ser gratos.
Porque Deus disse não e porque Jesus aceitou esta
resposta, temos o perdão de nossos pecados e a esperança
de vida eterna no céu. Terá Deus jamais respondido
negativamente a uma oração que tivesse um
impacto maior sobre o mundo? Ao dizer "não" ao
seu Filho, ele estava dizendo "sim" a nós!
Jesus reconheceu o que precisamos vir a saber verdadeiramente:
Deus, o Pai, sabe o que é melhor. Toda a nossa existência é dependente
de Deus, ele é nosso Criador e Amparo e temos que
confiar que ele agirá em nosso melhor interesse. "Aquele
que não poupou o seu próprio Filho, antes,
por todos nós o entregou, porventura, não
nos dará graciosamente com ele todas as coisas?" (Romanos
8:32). As "todas as coisas" a que a passagem
se refere são bênçãos espirituais
e os privilégios que vêm com o sermos cristãos.
Deus deixou seu Filho morrer, esperou e viu acontecer,
para que você pudesse ir para o céu. Para
mim, isto mostra que Deus é sério quanto
a nossa salvação.
Isso também me faz lembrar que, algumas vezes,
Deus pode ter que me dizer "não". Há provações
e aflições que preferiria não experimentar.
Eu peço ao Pai para afastá-las, mas algumas
vezes ele diz "não". Esta foi a resposta
ao pedido de Paulo para a remoção do espinho
de sua carne (2 Coríntios 12:9).
Deus não somente disse não a Jesus e a Paulo.
Um anjo veio para confortar Jesus, e Paulo ouviu de certo
modo estas palavras confortantes: "A minha graça
te basta". Como um anjo confortador, estas preciosas
palavras nos ajudam a aceitar o "não" de
Deus com dignidade e coragem. O que posso fazer senão
ir avante quando Deus, em sua infinita sabedoria, dá uma
resposta negativa a minhas ardentes orações?
Foi isto que Jesus fez. Ele se levantou de sua posição
de oração, estendeu suas mãos para
serem atadas e pregadas, e completou a tarefa que seu Pai
lhe havia dado para fazer. Obrigado, Jesus, por nos mostrar
como aceitar o "não" de Deus com dignidade
e graça
Uma vez ouvi essa história de uma amigo: Num Natal,
quando eu tinha uns três ou quatro anos, disse ao
meu pai que já sabia o que queria de presente. Quando
ele me perguntou, respondi: uma moto CB400. Na minha mente
de criança eu não podia perceber todas as
implicações do meu pedido. Eu nem imaginava
que era preciso uma carta de habilitação
para poder guiá-la nem o tanto de dinheiro para
comprá-la e mais um tanto a ser gasto em combustível
e peças para a manutenção. Isso sem
falar no fato de que uma moto como essas poderia facilmente
me matar só caindo sobre mim. Logicamente, fiquei
sem a minha CB400 naquele Natal. Mas meu pai não
deixou de me dar a moto porque não me amasse; ele
deixou de dá-la porque tinha a capacidade que me
faltava de enxergar que eu não estava pronto para
recebê-la e por não querer que eu me ferisse,
justamente por me amar.
Este exemplo reflete bem o que acontece entre nós
e Deus. Ele enxerga o todo, enquanto nós enxergamos
as partes. Ele sabe o que é o melhor para nós,
tanto a curto quanto a longo prazo.
A Bíblia nos diz que a vontade de Deus é boa,
agradável e perfeita. ( Romanos 12:2 ) Isto é verdade,
mas algumas vezes, apesar de boa e perfeita, a vontade
de Deus não é imediatamente agradável.
Quando isso acontece, é preciso um tempo até que
consigamos entender aquilo que Deus quer nos mostrar. Neste
contexto, quanto mais lutarmos pelos nossos próprios
desejos, mais longo esse tempo será, e geralmente é só quando
descobrimos o propósito mais profundo de Deus em
cada situação que conseguimos finalmente
nos sentir satisfeitas.
Não existe nada de errado em pedirmos aquilo que
desejamos a Deus. A própria Bíblia nos ensina
que devemos levar tudo a Ele em oração. (
Filipenses 4:6 ) Mas devemos estar atentos e prontos a
aceitar tanto o sim quanto o não.
Da próxima vez em que você receber um não
de Deus, ao invés de ficar se lamentando por isso
procure lembrar-se de todos os outros sins com os quais
Ele já lhe respondeu. E lembre-se também
daqueles nãos do passado que foram difíceis
de engolir, mas que hoje podem ser vistos como uma verdadeira
benção de Deus
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