Estudos
Bíblicos
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A Ceia da Senhor
UMA INSTITUIÇÃO DE
CRISTO
CHARLESTON SCARPARO CONFERENCISTA 6199247459
"...o Senhor Jesus, na noite em que foi traído,
tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu
e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por
vós; fazei isto em memória de mim.
Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também
o cálice, dizendo: Este cálice é a
nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as
vezes em que o beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes
o cálice, anunciais a morte do Senhor até que
ele venha." (I Co.11:23-6)
Observando a expressão "fazei isto",
percebemos que se trata de uma ordem de Jesus. É um
imperativo, e fica ainda mais evidente ser uma ordenança
para a Igreja, quando Jesus repete a expressão "todas
as vezes que"... mostrando que este ato deveria ser
parte da nossa prática cristã.
UM MEMORIAL
Lugar algum das Escrituras mencionam o pão e o
vinho se tornando literalmente o corpo e o sangue do Senhor
na hora em que o partilhamos. Pelo contrário, Jesus
deixa claro o caráter simbólico do ato ao
dizer: "fazei isto em memória de mim".
A ceia do Senhor é um momento de recordação
do que ele fez por nós ao morrer na cruz para a
remissão dos nossos pecados. Quando a celebramos,
estamos anunciando a morte do Senhor Jesus até que
Ele volte! Os elementos são, portanto, figurativos,
e não literais.
UM RITUAL DE ALIANÇA
Os orientais davam muito valor à alianças,
e as respeitavam. Quando Jesus institui exatamente o pão
e o vinho como os elementos da ceia, ele sabia exatamente
o quê estava fazendo. Para os judeus, o pão
e vinho faziam parte de um ritual de aliança de
sangue, o mais alto nível de aliança a que
alguém poderia se submeter.
Ao contrair uma aliança deste nível, as
duas partes estavam declarando que misturavam suas vidas
e tudo o que era de um passava a ser de outro e vice-versa;
por isso Jesus declarou na ceia que o cálice era
a aliança NO SEU SANGUE, estabelecendo com isso,
na ceia, um ritual de aliança.
No Velho Testamento vemos Abraão indo ao encontro
de Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e
levando pão e vinho. O que era isto? Um ritual de
aliança.
Quando ceamos, estamos reconhecendo que realmente estamos
aliançados com Cristo, e que nossas vidas estão
misturadas, fundidas uma na outra (I Co.6:17).
Jesus deixou bem claro aos que o seguiam que não
bastava apenas simpatizar-se com ele ou seguí-lo
pelos milagres que operava, mas que era necessário
aliança, e aliança no mais elevado e sagrado
nível que os judeus conheciam: a aliança
de sangue.
Muitos não compreendem isto por não conhecer
os costumes da época, mas era a este tipo de aliança
que Jesus se referia ao proferir estas palavras:
"Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes
a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu
sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem
comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna,
e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha
carne é verdadeira comida, e meu sangue é verdadeira
bebida. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue,
permanece em mim e eu nele." (João 6:53-56).
É óbvio que Jesus não falava sobre
comer a carne literalmente, mas sim sobre aliança,
sobre mistura de vida; isto fica claro quando o Mestre
conclui dizendo que tal pessoa permaneceria nele e ele
nesta pessoa. Este texto também não fala
diretamente da ceia, mas sim da nossa aliança com
Cristo; embora deixe claro qual é figura da ceia:
um ritual de aliança onde testemunhamos comunhão
entre nós e o Senhor Jesus Cristo.
UM TEMPO DE COMUNHÃO
No tempo apostólico as ceias eram também
chamadas de "ágapes" (ou "festas
de amor" – Jd.12), o que reflete parte de seu
propósito. As ênfases na expressão "corpo" que
encontramos no ensino bíblico da ceia, reflete esta
visão de unidade e comunhão. A mesa é um
lugar de comunhão em praticamente quase todas as
culturas e épocas, e a mesa do Senhor não
deixa de ter também esta característica.
UM ATO DE CONSEQÜÊNCIAS ESPIRITUAIS
Na epístola de Paulo aos coríntios, fica
claro que a Ceia do Senhor tem conseqüências
espirituais; ela será sempre um momento de benção
ou de maldição para os que dela participam.
BENÇÃO:
"
Porventura o cálice da benção que
abençoamos não é a comunhão
do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a
comunhão do corpo de Cristo?" (I Co. 10:16).
Observe o termo "cálice da benção".
Isto não é figurado, é real. A Ceia
do Senhor traz bênçãos espirituais
sobre aqueles que dela participam.
Um outro termo empregado neste versículo, que nos
revela algo importante, é "comunhão";
quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso
princípio, temos comunhão com o sangue e
com o corpo de Cristo! O que isto significa?
Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão
de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos
provando que tipo de bênçãos? A purificação,
e também a proteção, pois o diabo
não pode transpor o poder do sangue para nos tocar
(Ex.12:23, Ap.12:12).
E o que significa ter comunhão com o corpo? O corpo
de Jesus foi moído porque ele tomou sobre si nossas
enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas
suas feridas fomos sarados (Is.53:4,5).
A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física,
e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar
a benção da saúde a da cura. Muitos
estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não
discernirem o corpo do Senhor na Ceia.
Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo
se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado
por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo
ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade
e é fonte de vida aos que com ele comungam.
A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão,
reflexão, devoção, fé, e adoração.
Tudo deve ser feito de coração e com reverência,
pois é um ato de conseqüências espirituais.
MALDIÇÃO. A Bíblia não usa
especificamente esta palavra, mas mostra que a maldição
pode vir como um juízo de Deus para quem desonra
a Ceia do Senhor. Depois de ter dito que ao participar
da mesa do Senhor a pessoa está anunciando a morte
de Jesus até que ele venha, Paulo, inspirado pelo
Espírito Santo, traz a seguinte advertência:
"Por isso, aquele que comer o pão ou beber
o cálice do Senhor indignamente, será réu
do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem
a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice,
pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe
juízo para si.
Eis a razão porque há entre vós muitos
fracos e doentes, e não poucos que dormem. Porque,
se nos julgássemos a nós mesmos, não
seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados
pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo." (I
Co.11:27-32).
Para muitas pessoas, a Ceia é algo que as amedronta;
preferem não participar dela quando não se
sentem dignas, para não serem julgadas. Mas veja
que a Bíblia não nos manda deixar de tomar,
e sim fazer um auto-exame antes, pois se houver necessidade
de acerto devemos fazê-lo o mais depressa possível
(I Jo.1:9).
Deixar de participar da mesa do Senhor é desonrá-la
também! Devemos ansiar pelo momento em que dela
partilharemos, e não evitá-la. Mas há aqueles
que querem fingir que estão bem, e participam sem
escrúpulo algum do que é sagrado; para estes,
não tardará o juízo.
Participar da mesa do Senhor tem conseqüências
espirituais; ou o cristão é abençoado
ou é amaldiçoado. Não há meio
termo.
O
FIM ESTÁ PRÓXIMO
Sei que ninguém gosta de falar em morte, especialmente
na sua própria morte, mas quero pedir que hoje você faça
uma exceção e pense no assunto. Mas não
pense na morte como algo que vai acontecer daqui a muitos
anos. Imagine que você foi ao médico ver os
resultados dos seus exames e ele lhe disse: “Você só tem
seis meses de vida”.
A pergunta que eu te faço é a seguinte: “Como
você vai viver estes seus últimos meses?”.
Não sei quanto a você, mas eu iria querer
passar o máximo de tempo com as pessoas que eu amo
e fazer aqueles passeios que nunca fizemos, também
procuraria acertar aquela pendência com meu irmão,
me reconciliar com aquele meu vizinho e com aquele meu
colega de trabalho, acertar aquela documentação,
esclarecer aquele mal-entendido, enfim... Tentaria acabar
com minhas pendências pessoais. Agora, sem tempo
a perder, sem burocracia, sem rabugice, sem orgulho besta,
sem confusão, sem complicação (não é impressionante
como a idéia da morte nos ensina a viver?).
É exatamente isso que nós encontramos na
Primeira Epístola do Apóstolo Pedro, Capítulo
4, versos 7 a 11. Leia com atenção:
“Ora, o fim de todas as coisas está próximo;
sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das
vossas orações. Acima de tudo, porém,
tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor
cobre multidão de pecados. Sede, mutuamente, hospitaleiros,
sem murmuração. Servi uns aos outros, cada
um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da
multiforme graça de Deus. Se alguém fala,
fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém
serve, faça-o na força que Deus supre, para
que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio
de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio
pelos séculos dos séculos. Amém!”.
No ano 63 a.C., o general romano Pompeu conquistou Jerusalém.
No ano seguinte, o imperador Nero desencadeou uma perversa
perseguição contra os cristãos, obrigando-os
a fugir para as mais remotas regiões do Império
Romano. Porém, esta fuga não os livrou completamente
do ódio do imperador e dos seus súditos.
O Apóstolo Pedro, prevendo que muitos iriam morrer,
inclusive ele mesmo, alerta que “o fim de todas as
coisas está próximo” e, num complemento
absolutamente natural, passa a exortá-los a viverem
suas vidas sob a perspectiva da morte eminente.
Certamente eu e você não estamos nas mesmas
condições que os cristãos daquela época,
nem seu médico disse-lhe que você tem apenas
seis meses de vida, mas, com certeza você vai concordar
comigo que nenhum de nós sabe exatamente quando
vai morrer.
Crianças e jovens morrem. Pessoas saudáveis
também morrem. Pessoas que raramente pensam na morte
morrem também. A vida humana é tão
breve, tão passageira, que não há exagero
algum em afirmar que:
O fim está próximo!
- Sabendo que o fim está próximo, como
a Bíblia nos exorta a viver?
1. Sejamos criteriosos.
A palavra aqui traduzida como criteriosos é o termo grego “sophorneo”,
que significa mente sã.
Sejamos criteriosos no lar (no cumprimento das promessas
que fizemos ao nosso cônjuge e aos nossos filhos;
na honestidade e transparência nos relacionamentos;
nas regras que criamos; na dedicação; no
amor; etc.).
Criteriosos no trabalho (no cumprimento das normas da
empresa; nos relacionamentos; na hora de promover ou rebaixar
alguém; na hora de contratar ou despedir; na hora
de pagar os salários; etc.).
Criteriosos nos negócios (na leitura dos documentos
antes de os assinar; na hora de fazer ou quitar dívidas;
na hora de ser fiador de alguém; etc.).
Criteriosos na fé (rejeitando ensinos antibíblicos,
líderes, igrejas e religiões que se desviaram
da verdade de Deus revelada em Sua Palavra, a Bíblia;
denunciando os falsos profetas; não dando dinheiro
para os ‘mercenários da fé’;
apegando-nos com coragem à verdade; seguindo e servindo
ao Nosso Senhor Jesus, etc.).
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, sejamos criteriosos.
2. Sejamos sóbrios, a bem das nossas orações.
A palavra aqui traduzida como sóbrios é o termo grego “nepho”,
que significa bem equilibrado, autocontrolado.
Não comamos, bebamos, nem durmamos demais. Não
sejamos preguiçosos, nem trabalhemos demais. Se
alguém pisar no seu calo, conte até 10. Se
a raiva não passar, conte outra vez. Não
se deixe levar por vícios e pelas fraquezas da carne.
Não gaste mais do que ganha.
Alguém poderia pensar: “Bom, já que
o fim está próximo, deixe-me aproveitar a
vida (ou o resto dela, pelo menos)”. Mas, este raciocínio,
apesar de aparentemente lógico, é um completo
engano. Ao menos que você tenha certeza de que irá direto
para o sofrimento do inferno, lembre-se: Deus é Santo,
e requer santidade dos seus filhos. Dizer que o fim está próximo é o
mesmo que dizer que, em breve, eu e você iremos nos
apresentar diante d’Ele.
Além disso, o Apóstolo nos exorta a sermos
sóbrios “a bem das nossas orações”.
Deus não ouve as orações das pessoas
que vivem de forma desequilibrada. Não porque Ele
não queira atendê-lo, mas porque não
adianta nada. Mesmo que Deus desse um milhão para
aquele que se endividou por não saber se controlar,
dentro de alguns dias Deus teria que lhe dar mais um milhão,
pois, certamente, o seu problema não é a
falta de dinheiro, e, sim, sua impulsividade.
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, sejamos sóbrios
em nosso viver.
3. Acima de tudo, porém, tenhamos intenso amor
uns para com os outros:
- No perdão irrestrito.
- Na hospitalidade (sem murmuração).
- No serviço uns aos outros (partilha dos bens e talentos).
Acima de tudo, porém, o amor.
Se você fosse mesmo morrer daqui a seis meses,
iria se negar a perdoar alguém que lhe tenha ofendido?
Deixaria de receber seus parentes e amigos somente para
não sujar sua casa? E, caso os recebesse, depois
iria ficar reclamando disto e daquilo, ou deste e daquele?
Deixaria de dar uma cesta básica a uma viúva
pobre que batesse à sua porta ou de dar abrigo a
um viajante que ficou sem dinheiro no meio da viagem? Iria
se negar a aconselhar ou a confortar alguém que
lhe pedisse um minuto da sua atenção e da
sua compaixão?
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, tenhamos, portanto,
amor intenso.
4. Glorifiquemos a Cristo em nosso viver (no falar e no
fazer)
Falar é um dom maravilhoso. Muito se pode construir através da
fala, no entanto, nenhum outro atributo humano é mais miseravelmente
utilizado quando a nossa capacidade de falar, nenhum outro é mais utilizado
para destruir e corromper.
Falamos à toa o dia inteiro: piadas sujas, palavrões,
maldições, fofocas, intrigas, malícia,
mentiras, infâmias e toda sorte de inutilidades.
Se você fosse mesmo morrer daqui a seis meses,
como seria seu falar?
A Bíblia nos ensina a falar “de acordo com
os oráculos de Deus”. Isto é coisa
séria. Para você ter uma idéia do que é isto,
convém você saber que os Dez Mandamentos são
oráculos de Deus. Não são os únicos,
mas, certamente, são os mais conhecidos.
É um padrão muitíssimo alto. Através
do nosso falar devemos glorificar a Cristo, isto é,
quando alguém ouvir nossas palavras irá dizer: “Graças
a Deus por estas palavras”.
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, cuidemos
do nosso falar.
Porém, apenas falar de nada adianta. Estamos cansados
de ver a sociedade sendo enganada por políticos
e oradores que muito falam, mas pouco ou quase nada fazem.
O Apóstolo Pedro complementa: “Sirva na
força que Deus supre”. Diga para o aflito: “Deus
te abençoe”, mas, ajude-o naquilo que você puder.
Alivie o peso do cansado. Esprema a ferida purulenta.
Estenda a mão ao desesperado. Varra a casa do doente
acamado. Cuide dos filhos da mulher que está internada.
Dê banho no idoso incapaz.
Também é um padrão muitíssimo
alto. Através do nosso serviço ao próximo
devemos glorificar a Cristo, isto é, quando alguém
for beneficiado pelo nosso serviço, irá dizer: “Graças
a Deus por você existir”.
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, sirvamos
na força que Deus nos dá.
Recapitulando:
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto:
- Sejamos criteriosos.
- Sejamos sóbrios, a bem das nossas orações.
- Acima de tudo, porém, tenhamos intenso amor uns para com os outros:
- Glorifiquemos a Cristo em nosso viver (no falar e no fazer)
Deus seja louvado!
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DANIEL
NA COVA DOS LEÕES
- Para você hoje! -
"Todos os príncipes do reino, os prefeitos
e presidentes, capitães e governadores tomaram conselho,
a fim de estabelecerem um edito real e fazerem firme este
mandamento: que qualquer
que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição
a qualquer deus ou a qualquer homem e não
a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
(...) Daniel, pois, quando soube que a escritura estava
assinada, entrou em sua casa (ora, havia no seu quarto
janelas abertas da banda de Jerusalém),
e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava,
e dava graças, diante do seu Deus,
como também antes costumava fazer". (Daniel
6:7,10)
Daniel era um homem de oração, e ninguém
pode negar isso. Seu testemunho, sua vida exemplar, inspirava
confiança, estimulava a crer num Deus vivo que pode
todas as coisas. Seria inaceitável associar um homem
como Daniel a um espírito de rebeldia, de desobediência,
de insubordinação. Este era verdadeiramente
um homem de Deus! Só que tudo isso parece muito
confuso diante deste novo edito do rei: está proibido
a petição a qualquer deus, ou a qualquer
homem, que não fosse ao rei. Daniel não obedeceu.
E era só por trinta dias! Os príncipes ciumentos
haviam armado uma cilada para Daniel, sabendo que ele orava
três vezes ao dia. Agora o decreto do rei tinha que
ser cumprido.
Será que Daniel não sabia das ordens de "honrar
ao rei" como era conhecido de todos e até na
própria escritura sagrada? Será que Daniel
não sabia que "o obedecer é melhor do
que o sacrificar, e o atender melhor é do que a
gordura de carneiros. Porque a rebelião é como
o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como
iniqüidade e idolatria" (1 Samuel 15:22,23)?
Será que Daniel não era exemplo para o que
Pedro ordenou na Palavra de Deus em 1 Pedro 2:13: "Sujeitai-vos,
pois, a toda ordenação humana por amor do
Senhor, quer ao rei, como superior"??
Sem dúvidas que este Beltessazar (nome dado a Daniel
pelo chefe dos eunucos) sabia de suas obrigações
e de sua submissão ao rei. Conhecia as Escrituras
e era temente a Deus. Daniel não era covarde, como
alguns de nossa contemporânea sociedade, que se acham
corajosos e ousados com os pobres, simples e humildes,
mas que diante dos mais abastados, dos que tem um certo
poder aquisitivo elevado, fingem não ver o erro,
fazem vista grossa ao pecado, e toda a sua autoridade,
ousadia e fé vão por água abaixo!
Daniel não fazia média, bajulando poderosos,
para depois dizer que "recebeu bênçãos",
de iníqüos, incrédulos, mentirosos,
aliados do diabo. Daniel não era rebelde, mas seu
compromisso primordial era com Deus.
Pedro e João, diante do sinédrio, não
foram exemplo de rebeldia, mas de compromisso com a seara
do Senhor, de pregar o evangelho da salvação: "E,
chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não
falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus. Respondendo,
porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai
vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos
antes a vós do que a Deus, porque não podemos
deixar de falar do que temos visto e ouvido". (Atos
4:18,19)
Estes exemplos nos mostram que a submissão, a obediência,
não é sinônimo de um suicídio
mental, de uma auto-hipnose, de uma obediência cega. É evidente
que nenhum pastor ou líder cristão irá proibir
alguém de orar, de buscar a Deus. Mas a quantos
fatores isso pode ser relacionado, sem ser propriamente
a oração?! Quantos e quantos irmãos
são amedontrados por alguns, a apenas "obedecer" e
nada mais, sem questionar? Quantas pessoas já foram
suspensas, excluídas de comunhão, sem serem
ao menos questionadas, sem terem o direito de se defender,
pois o que vale é uma única voz, de quem
se diz ungido!
Talvez nos dias de hoje alguns diriam até que Daniel
entrou "na prova" da cova dos leões por
que foi desobediente, rebelde, com o rei Dario. Alguns
diriam que os leões só não o comeram "pela
misericórdia", mas que Deus poderia ter permitido,
por desobedecer. Quantas coisas ouviríamos de alguns
crentes!
Mas Daniel não era obreiro fraudulento, não
era profeta de Acabe, nem vaso covarde, de entregar o recado
de Deus com ousadia somente para os humildes e temer os "grandes".
Não era como o profeta Hananias, que indo contra
Jeremias, profetizava coisas boas para fazer uma "média".
Pela manhã o rei ouviu de Daniel a resposta do suposto "desobediente" as
suas ordens: "Oh rei, vive para sempre! O meu Deus
enviou seu anjo e fechou a boca dos leões para que
não me fizesse dano". (Daniel 6:20-21)
Seja obediente ao pastor de sua igreja. Dentro da Palavra
de Deus, à luz das Escrituras. A Bíblia nos
ordena mesmo a obedecermos aos pastores, pois eles darão
conta de nós. O cristão que pensa em fazer
tudo sem conselhos de seu pastor, sem pedir permissão,
com certeza encontra a derrota rapidamente. Mas saiba que,
em primeiro lugar, o seu compromisso é com Deus.
O Deus dos deuses e Senhor dos senhores!
"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos,
disseram:
Mais importa obedecer a Deus do que aos homens".
(Atos 5:29)
CHARLESTON SCARPARO
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Como
posso estar cheio do Espírito Santo?
PR.CHARLESTON CONFERENCISTA NACIONAL
Pergunta: "Como posso estar cheio do Espírito
Santo?"
Resposta: Um versículo chave que discute a plenitude
do Espírito Santo neste tempo é João
14:16, onde Jesus prometeu que o Espírito habitaria
os crentes em caráter permanente. É importante
distinguir entre ter dentro de si o Espírito com
estar cheio do Espírito. Ter permanentemente o Espírito
habitando dentro de si não é para alguns
poucos crentes, mas para todos. Há muitas referências
nas escrituras que embasam esta conclusão. A primeira é que
o Espírito Santo é um dom dado a todos os
crentes em Jesus, sem exceção, e nenhuma
condição é imposta a isto, a não
ser a fé em Cristo (João 7:37-39). A segunda é que
o Espírito Santo é dado no momento da salvação.
Efésios 1:13 indica que o Espírito Santo é dado
no momento da salvação. Gálatas 3:2
também enfatiza esta mesma verdade, dizendo que
o selo e o ato de receber o Espírito aconteceram
no momento em que se creu. Terceiro, o Espírito
Santo habita em cada crente permanentemente. O Espírito
Santo é dado aos crentes como garantia ou validação
de sua futura glorificação em Cristo (II
Coríntios 1:22; Efésios 4:30).
Isto está em contraste com o mandamento para estarmos
cheios do Espírito encontrado em Efésios
5:18. Devemos ceder ao Espírito Santo de tal maneira
que Ele possa nos possuir totalmente, e neste sentido,
ficarmos plenos. Romanos 8:9 e Efésios 1:13-14 afirmam
que Ele habita dentro de cada crente, mas que pode se entristecer
(Efésios 4:30), e sua atividade dentro de nós
pode se extinguir (I Tessalonicenses 5:19). Quando permitimos
que isto aconteça, não experimentamos a plenitude
da operação e poder do Espírito Santo,
dentro e através de nós. Para estarmos plenos
do Espírito, Ele deve ter liberdade para ocupar
cada parte de nossas vidas, nos guiando e controlando.
Seu poder, então, pode ser exercitado através
de nós a fim de que o que façamos produza
frutos para Deus. Estar cheio do Espírito não
se aplica somente a atos externos; também se aplica
aos pensamentos mais secretos e motivações
para nossos atos. Salmos 19:14 diz: “Sejam agradáveis
as palavras da minha boca e a meditação do
meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha
minha e Redentor meu!”
O pecado é o que nos separa de estarmos cheios
do Espírito Santo, e a obediência a Deus é a
maneira pela qual continuamos cheios do Espírito.
Nosso foco deve ser a plenitude, como dito em Efésios
5:18, mas apesar disso, orar para estarmos cheios do Espírito
Santo não é o que faz com que o sejamos.
Somente nossa obediência aos mandamentos de Deus
permite ao Espírito liberdade para trabalhar dentro
de nós. Por sermos criaturas pecadoras, é impossível
estarmos cheios do Espírito todo o tempo. Devemos
lidar imediatamente com o pecado em nossas vidas, e assim
renovar nosso compromisso em estarmos cheios do Espírito
e por Ele guiados.
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A Ceia da Senhor UMA INSTITUIÇÃO DE CRISTO
CHARLESTON SCARPARO CONFERENCISTA 6199247459
"...o Senhor Jesus, na noite em que foi traído,
tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu
e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por
vós; fazei isto em memória de mim.
Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também
o cálice, dizendo: Este cálice é a
nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as
vezes em que o beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes
o cálice, anunciais a morte do Senhor até que
ele venha." (I Co.11:23-6)
Observando a expressão "fazei isto",
percebemos que se trata de uma ordem de Jesus. É um
imperativo, e fica ainda mais evidente ser uma ordenança
para a Igreja, quando Jesus repete a expressão "todas
as vezes que"... mostrando que este ato deveria ser
parte da nossa prática cristã.
UM MEMORIAL
Lugar algum das Escrituras mencionam o pão e o
vinho se tornando literalmente o corpo e o sangue do Senhor
na hora em que o partilhamos. Pelo contrário, Jesus
deixa claro o caráter simbólico do ato ao
dizer: "fazei isto em memória de mim".
A ceia do Senhor é um momento de recordação
do que ele fez por nós ao morrer na cruz para a
remissão dos nossos pecados. Quando a celebramos,
estamos anunciando a morte do Senhor Jesus até que
Ele volte! Os elementos são, portanto, figurativos,
e não literais.
UM RITUAL DE ALIANÇA
Os orientais davam muito valor à alianças,
e as respeitavam. Quando Jesus institui exatamente o pão
e o vinho como os elementos da ceia, ele sabia exatamente
o quê estava fazendo. Para os judeus, o pão
e vinho faziam parte de um ritual de aliança de
sangue, o mais alto nível de aliança a que
alguém poderia se submeter.
Ao contrair uma aliança deste nível, as
duas partes estavam declarando que misturavam suas vidas
e tudo o que era de um passava a ser de outro e vice-versa;
por isso Jesus declarou na ceia que o cálice era
a aliança NO SEU SANGUE, estabelecendo com isso,
na ceia, um ritual de aliança.
No Velho Testamento vemos Abraão indo ao encontro
de Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e
levando pão e vinho. O que era isto? Um ritual de
aliança.
Quando ceamos, estamos reconhecendo que realmente estamos
aliançados com Cristo, e que nossas vidas estão
misturadas, fundidas uma na outra (I Co.6:17).
Jesus deixou bem claro aos que o seguiam que não
bastava apenas simpatizar-se com ele ou seguí-lo
pelos milagres que operava, mas que era necessário
aliança, e aliança no mais elevado e sagrado
nível que os judeus conheciam: a aliança
de sangue.
Muitos não compreendem isto por não conhecer
os costumes da época, mas era a este tipo de aliança
que Jesus se referia ao proferir estas palavras:
"Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes
a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu
sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem
comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna,
e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha
carne é verdadeira comida, e meu sangue é verdadeira
bebida. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue,
permanece em mim e eu nele." (João 6:53-56).
É óbvio que Jesus não falava sobre
comer a carne literalmente, mas sim sobre aliança,
sobre mistura de vida; isto fica claro quando o Mestre
conclui dizendo que tal pessoa permaneceria nele e ele
nesta pessoa. Este texto também não fala
diretamente da ceia, mas sim da nossa aliança com
Cristo; embora deixe claro qual é figura da ceia:
um ritual de aliança onde testemunhamos comunhão
entre nós e o Senhor Jesus Cristo.
UM TEMPO DE COMUNHÃO
No tempo apostólico as ceias eram também
chamadas de "ágapes" (ou "festas
de amor" – Jd.12), o que reflete parte de seu
propósito. As ênfases na expressão "corpo" que
encontramos no ensino bíblico da ceia, reflete esta
visão de unidade e comunhão. A mesa é um
lugar de comunhão em praticamente quase todas as
culturas e épocas, e a mesa do Senhor não
deixa de ter também esta característica.
UM ATO DE CONSEQÜÊNCIAS ESPIRITUAIS
Na epístola de Paulo aos coríntios, fica
claro que a Ceia do Senhor tem conseqüências
espirituais; ela será sempre um momento de benção
ou de maldição para os que dela participam.
BENÇÃO:
"
Porventura o cálice da benção que
abençoamos não é a comunhão
do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a
comunhão do corpo de Cristo?" (I Co. 10:16).
Observe o termo "cálice da benção".
Isto não é figurado, é real. A Ceia
do Senhor traz bênçãos espirituais
sobre aqueles que dela participam.
Um outro termo empregado neste versículo, que nos
revela algo importante, é "comunhão";
quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso
princípio, temos comunhão com o sangue e
com o corpo de Cristo! O que isto significa?
Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão
de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos
provando que tipo de bênçãos? A purificação,
e também a proteção, pois o diabo
não pode transpor o poder do sangue para nos tocar
(Ex.12:23, Ap.12:12).
E o que significa ter comunhão com o corpo? O corpo
de Jesus foi moído porque ele tomou sobre si nossas
enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas
suas feridas fomos sarados (Is.53:4,5).
A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física,
e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar
a benção da saúde a da cura. Muitos
estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não
discernirem o corpo do Senhor na Ceia.
Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo
se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado
por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo
ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade
e é fonte de vida aos que com ele comungam.
A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão,
reflexão, devoção, fé, e adoração.
Tudo deve ser feito de coração e com reverência,
pois é um ato de conseqüências espirituais.
MALDIÇÃO. A Bíblia não usa
especificamente esta palavra, mas mostra que a maldição
pode vir como um juízo de Deus para quem desonra
a Ceia do Senhor. Depois de ter dito que ao participar
da mesa do Senhor a pessoa está anunciando a morte
de Jesus até que ele venha, Paulo, inspirado pelo
Espírito Santo, traz a seguinte advertência:
"Por isso, aquele que comer o pão ou beber
o cálice do Senhor indignamente, será réu
do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem
a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice,
pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe
juízo para si.
Eis a razão porque há entre vós muitos
fracos e doentes, e não poucos que dormem. Porque,
se nos julgássemos a nós mesmos, não
seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados
pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo." (I
Co.11:27-32).
Para muitas pessoas, a Ceia é algo que as amedronta;
preferem não participar dela quando não se
sentem dignas, para não serem julgadas. Mas veja
que a Bíblia não nos manda deixar de tomar,
e sim fazer um auto-exame antes, pois se houver necessidade
de acerto devemos fazê-lo o mais depressa possível
(I Jo.1:9).
Deixar de participar da mesa do Senhor é desonrá-la
também! Devemos ansiar pelo momento em que dela
partilharemos, e não evitá-la. Mas há aqueles
que querem fingir que estão bem, e participam sem
escrúpulo algum do que é sagrado; para estes,
não tardará o juízo.
Participar da mesa do Senhor tem conseqüências
espirituais; ou o cristão é abençoado
ou é amaldiçoado. Não há meio
termo.
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RAZÕES POR
QUE O CRENTE NÃO PODE PERDER A SALVAÇÃO Dawson Campos de Lima,
01. Gênesis 7:16 - Sendo a arca um tipo de Cristo
(IPe.3:20,21; Rm.3:6:4), o crente está seguro nele
(Cl.3:3; Ap.3:7).
02. Efésios 4:30 - O crente está selado no
Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável
e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).
03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do
Espirito Santo como garantia segura e inabalável
(IICo.5:5).
04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa
de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.
05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na
pessoa de Abraão, uma aliança incondicional,
selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não
com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).
06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa
de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento
da aliança só seria possível se Deus
morresse).
07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança
(com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração
do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de
Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).
08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus,
do mal que há no mundo.
09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como
a menina dos Seus olhos.
10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por
Deus (Sl.97:10).
11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.
12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a
sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda
a sua entrada; e o guarda para sempre.
13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.
14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.
15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal
(Sl.91: Jo.17:9-26).
16. I João 5:18 - O crente é guardado do
maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).
17. Judas 24 - O crente é guardado para não
tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).
18. João 11:9 - A fé do crente não
lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).
19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo
fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).
20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no
poder de Deus.
21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé,
e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29;
ICo.3:5;
At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).
22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder
de Deus (IITm.1:12; Jd.24).
23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se
fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa
(Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23;
IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa,
sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas
Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou,
foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus
foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio
nome, porque não havia outro nome superior ao Seu
(Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).
24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado
(Sl.89:30-35; ICo.11:32).
25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado
(Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).
26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4),
mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).
27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido
por Deus até o fim (Sl.121:8).
28. I Coríntios 10:13 - A tentação
não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).
29. João 4:14 - O crente jamais terá sede
(Lc.16:24).
30. João 5:24 - O crente já passou da morte
para a vida.
31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo
(IITm.2:11).
32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva
esperança.
33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra
de Deus.
34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito
Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).
35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado
fora.
36. João 6:47 - O crente já possui a vida
eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).
37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado
da mão do Filho.
38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado
da mão do Pai.
39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por
um pecador que se arrepende.
40. João 10:27 - O crente é conhecido do
Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).
41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos
os dias até o fim dos séculos.
42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para
o crente (Rm.8:33,34).
43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também
será glorificado.
44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem
do crente (Gn.50:20).
45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente
do amor de Deus (Jo.13:1).
46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo
como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).
47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado
até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).
48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra
no crente (Fp.2:13).
49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida
com Cristo em Deus.
50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível
(IICo.11:2; ICo.12:26,27).
51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido
na vinda do Senhor.
52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo
pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).
53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado
por Deus.
54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus,
e não pode "desnascer"
55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.
56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo
(ICo.6:19,20).
57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado
irrepreensível.
58. I João 5:16 - O crente não pode pecar
para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).
59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode
blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23;
IJo.5:10; Jo.3:33).
60. I João 2:19 - O crente é perseverante
na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).
61. João 10:26 - O crente é ovelha e não
porca lavada (IIPe.2:20-22).
62. João 13:10 - O crente já está limpo
do seu pecado (Jo.15:3).
63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça
do crente.
64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação
do crente.
65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção
do crente.
66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente
(Hb.6:18).
67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar
o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).
68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor
(Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).
69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.
70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4;
Ap.12:11).
71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).
72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.
73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.
74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre
da maldição da lei.
75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23;
IPe.1:18,19).
76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no
crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).
77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes,
e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).
78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede
pelo crente.
79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das
promessas de Deus (Jo.6:47).
80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14;
IJo.3:9). ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
15
RAZÕES
PORQUE NÃO POSSO SER TESTEMUNHA DE JEOVÁ Por: Robert Mignard
Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus
não dão lugar a que se abrace as doutrinas
dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico
completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão
em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários
excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões
sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas
se quiser continuar apegado a verdade divina.
1. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA
E SINGULAR DE JESUS CRISTO.
As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.
Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo
de ser o "primeiro e último" pertence
a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14
apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo,
fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas
passagens, e de todo o Velho Testamento.
Isaías 45:22-25 fala de uma adoração
universal, que um dia toda a humanidade prestará a
Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de
Isaías a Jesus Cristo.
Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor.
Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.
Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a
nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus
Cristo é a nossa justiça.
Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra
da salvação do homem: "Fora de mim não
há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o
Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de
Isaías, capítulo 43.
O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar
e comparar os versículos acima apresentados.
2. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM
SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.
Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas
de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo
Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte
maneira: "E o verbo era um deus". Isaías
nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12,
e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima.
Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de
haver "um outro deus" ou "um deus" além
dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve
reconhecer a exclusividade única de Jeová.
3. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE
E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.
Das muitas referências bíblicas que demonstram
que isto não é verdade, João 16:13-14 é a
principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito
Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE".
A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra
mas o pronome empregado não é neutro mas
masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo
a personalidade do Espírito. Se o Espírito
Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que
seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta.
Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.
Até a própria tradução "Novo
Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do
Espírito na tradução desses dois versículos.
A divindade do Espírito Santo está claramente
demonstrada nas referências abaixo que o estudante
honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1
Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios
12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor,
v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto
a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías
6 é o Espírito Santo.
4. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA
DA TRINDADE.
Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida
pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte
da revelação de Deus. O estudante da Bíblia
descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida
como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma
outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo,
e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra
Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus
também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus".
foi usada em relação a todas essas três
Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma
delas. O estudante cuidadoso também nota o fato
da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios
13:14. A conclusão é simplesmente que há um
só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas
como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando
que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são
iguais.
5. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO
FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.
A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto,
só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho
de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas
24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer
dúvida referente à ressurreição
corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo
fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também
os outros discípulos que comeram peixe com Ele,
João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição
física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19.
Os guardas junto à sepultura. os principais dos
sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em
Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito
ressuscitasse".
6. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA
E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.
Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne
a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente
traduzida por presença e se refere à presença
invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante
da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS
CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente.
Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá".
Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos
céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do
modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.
7. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA
DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.
De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24
e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a
morte, passa para a presença de Cristo. O corpo
fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição,
1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito,
agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.
8. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA
QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.
João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5
e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas
passagens bíblicas que falam da "esperança
viva" de estar com Cristo para sempre.
9. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E
ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.
As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor
Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu
e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo,
Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás
e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que
não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso,
Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega
aionios, que traduz "aquilo que não tem fim".
e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada
em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos
16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever
a duração do inferno, Mateus 18:8, e por
João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem
um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno
e a vida que o crente recebe é eterna, então
deve significar que o inferno também é eterno.
10. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO
PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.
Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas
ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo
na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde
Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade,
sob condições favoráveis, de receber
a salvação eterna. Onde encontrar um único
versículo bíblico que apoie tal coisa? O
Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação
na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo,
Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente
a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.
11. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO
E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.
As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos
leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos
13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.
12. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS
QUANTO AOS 144.000.
Através de boas obras e esforço sincero
um Testemunha de Jeová tem esperança de se
tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos
em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14,
o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são,
realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8,
são todos homens, 14:4, servirão durante
a Grande Tribulação, 14:6-13, e não
receberão a sua posição mediante obras
mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que
se force a imaginação. nenhuma interpretação
bíblica aceitável pode garantir a essa seita
gentia posição entre os 144.000.
13. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO
DETURPADA DA BÍBLIA.
A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras
Gregas Cristãs é uma tradução
desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma
reputação entre os mestres do grego. A tradução
foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo.
a palavra allos. "outro". não aparece
no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida
quatro vezes em sua tradução para que Cristo
apareça ser parte da criação e, desse
modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um
filho criado, um outro deus. "….porque por meio
dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas
de outras passagens tornam a tradução "Novo
Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.
14. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO
QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES
TAZE RUSSEL.
Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze
Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas
obras Russel "não deixou quase nenhuma grande
verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas
conclusões heréticas e injustificadas".
Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode
revelar, as obras de Russel servem de base fundamental
para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente
os Testemunhas de Jeová estão seguindo as
conclusões falidas de um patife que se divorciou
de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou
seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a
preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia
15 vezes mais do que o trigo comum.
15. 0S TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA
DE VERDADES BÍBLICAS.
Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos,
e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas
uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada.
Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando
o restante da Palavra de Deus não mencionada.
Adcionado por Mario Cesar
UMA PERGUNTA QUE OS TJ NUNCA RESPONDEM !
No livro de João cap 1 e vers 1, diz que "o
verbo era Deus..."
Na tradução Novo Mundo ( a bíblia
dos TJ ), diz que o verbo era "um deus". A pergunta é o
seguinte: Mesmo usando atradução errada novo
mundo está escrito que o verbo era "um deus" então
que Deus é esse ?
Será um deus falso ? Com certeza eles não
responderão isso
Então se é um deus verdadeiro e só um
Deus verdadeiro Jesus é Deus. fonte: www.geocities.com/athens/olympus/1563
ADAPTAÇAO CHARLESTON SCARPARO
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Tempo de Despertar
muitos de nós nos recusamos
a deixar
nossas luzes brilharem como devem
fazer os cristãos.
Parece que estamos
dormindo nas trevas. Temos recursos e oportunidades
abundantes para levar a mensagem do
evangelho ao mundo e para servir as pessoas em
nome de Jesus; todavia, parecemos
sonâmbulos.
Parecemos ter pouco senso
de direção. Demonstramos
pouca conscientização
de quem e do que
somos.
Não mostramos nenhum senso de urgência
para realizar a tarefa que Deus nos deu.
Por exemplo, onde está nossa urgência
na
evangelização?
O Senhor nos deu ordem para
irmos adiante: “Ide, portanto, fazei discípulos
de todas as nações,
batizando-os em nome do
Pai, e do Filho, e do Espírito
Santo; ensinando-os
a guardar todas as coisas
que vos tenho ordenado”
(Mateus 28:19, 20a). Onde
estão as provas
da nossa urgência em
realizar essa tarefa? O que
poderá nos despertar
desse sono?
O que despertou os cristãos
primitivos
quando eles cochilaram na
sua dedicação?
Eles
também dormiram espiritualmente
. Em Efésios
5, Paulo fez um chamado para despertarem:
“Desperta, ó tu
que dormes,
levanta-te de entre os mortos,
e Cristo te iluminará” (v.
14)
.
Paulo despertou os dorminhocos com a seguinte
mensagem:
Portanto, vede prudentemente como andais,
não como néscios, e sim como sábios,
remindo
o tempo, porque os dias são
maus.
Por esta
razão, não vos
torneis insensatos, mas procurai
compreender qual a vontade
do Senhor. E não
vos embriagueis com vinho,
no qual há dissolução,
mas enchei-vos do Espírito (5:15–18)
.
As palavras de Paulo podem
nos dar algumas idéias.
USE SABEDORIA
O chamado para despertar lançado
por Paulo
é um chamado para a
sabedoria:
“Portanto, vede
prudentemente como andais,
não como néscios,
e
sim como sábios, remindo
o tempo, porque os dias
são maus” (5:15,
16).
No século XX, foram
feitas mais descobertas e
ganhou-se mais conhecimento do que em todo o
restante da história
do mundo
. Temos mais fatos
e dados disponíveis
do que somos capazes de utilizar,
mas o nosso mundo ainda carece de sabedoria.
Sabedoria significa mais do que apenas conhecer
fatos.
Sabedoria implica perspectivas — com
uma abordagem da vida centralizada em Deus.
Salomão atravessou uma “crise de meiaidade”.
Ele virou as costas para Deus e tentou
encontrar felicidade sem Deus. Ele teve desejos,
dinheiro, tempo, energia e oportunidades para
experimentar tudo que pudesse injetar alguma
satisfação na
vida
. Salomão escolheu
ser insensato
em vez de sábio. Sua
busca pela felicidade sem
Deus o deixou vazio, deprimido e desiludido.
Hoje, temos o jornal Eclesiastes
de Salomão
relatando suas tentativas fracassadas de buscar
satisfação sem
Deus.
As palavras de Paulo nos fazem lembrar a
experiência de Salomão.
Paulo estava dizendo:
“Não sejam néscios [tolos, insensatos]”.
Se ele
estivesse aqui hoje, talvez dissesse:
Você acha que encontrará felicidade
juntando
um monte de dinheiro?
Não seja néscio.
Você acha que encontrará felicidade
comprando
aquela casa que tanto quer?
2
Não seja néscio.
Você acha que encontrará felicidade
se conseguir
sair com aquela bela garota ou aquele
belo rapaz?
Não seja néscio.
Você acha que encontrará felicidade
se conseguir
aquele emprego?
Não seja néscio.
Você acha que encontrará felicidade
bebendo
ou consumindo drogas?
Não seja néscio.
Você acha que encontrará felicidade
driblando
todo tipo de autoridade e
fazendo só o que
quer?
Não seja néscio.1
Só existe uma maneira
de viver, uma maneira de
aproveitar ao máximo
cada oportunidade —
vivendo para Deus. O que quer que experimentemos
sem Deus não nos trará satisfação.
Esse despertamento começa
com sabedoria.
USE COMPREENSÃO
Despertar também tem
a ver com compreender
a importância da vontade
de Deus:
“Por esta
razão, não vos
torneis insensatos, mas procurai
compreender qual a vontade
do Senhor” (5:17).
John Stott comentou: “Nada é mais
importante na
vida do que descobrir e fazer
a vontade de Deus”2
.
É tempo de os cristãos
despertarem e reconhecerem
a importância da vontade
de Deus. Temos de
reconhecer que vivemos num mundo desajustado
com a vontade de Deus.
O mundo está contra
Deus. Ele se recusa a entrar em sintonia com Deus.
Diariamente, somos bombardeados por mensagens
que vão contra a vontade
de Deus e elas
influenciam cristãos
de todas as idades.
Todos nós
sentimos a pressão
de uma cultura desajustada
com Deus. Alguns de nós
precisamos despertar
e pensar nas fontes de entretenimento que temos
utilizado. Precisamos despertar e pensar nos livros
que temos lido, nos lugares
que temos freqüentado
e na maneira como temos passado o tempo.
Precisamos despertar para a vontade de Deus.
USE PODER
Uma terceira chave para os
que estão dormindo
espiritualmente despertarem é o
poder. O poder
da igreja provém de uma só fonte:
o Espírito
Santo do Senhor. Efésios 5:18 diz: “E não
vos
embriagueis com vinho, no
qual há dissolução,
mas enchei-vos do Espírito”.
Quando uma pessoa está embriagada,
dizemos
que ela está “sob influência” do álcool.
Os efeitos
do álcool controlam
essa pessoa. Uma pessoa
embriaga anda, fala, pensa e trata os outros de
modo diferente do que faria
se estivesse sóbria.
Uma pessoa embriagada se transforma numa
pessoa diferente.
Paulo desafiou os cristãos
a serem diferentes
— a ficarem sob a influência do Espírito
Santo de
Deus. O Espírito busca encher as nossas vidas através
da Palavra de Deus. Todavia, nossos pecados,
nossa teimosia e nossa recusa em nos arrepender
podem nos roubar o poder do
Espírito.
Quando
estamos abertos para Deus
e somos obedientes à
Sua Palavra, o Espírito
Santo nos enche. O poder
do Espírito flui para
dentro de nossas vidas.
Como, então, podemos ficar cheios do Espírito?
Em primeiro lugar, deseje ficar cheio do
Espírito. O
Espírito não concederá poder às
nossas
vidas se não tivermos
o desejo de ter o Seu poder.
Lemos o seguinte na Bíblia:
…levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém
tem
sede, venha a mim e beba.
Quem crer em mim,
como diz a Escritura, do seu
interior fluirão
rios de água viva.
Isto ele disse com respeito ao
Espírito que haviam
de receber os que nele
cressem (João 7:37b-39a).
Despertar para o poder do
Espírito em nossas
vidas começa com ter
sede do que Jesus oferece
— a oportunidade de
ser como Ele. Deixar o filho
de Deus semelhante a Jesus é a
especialidade do
Espírito através
da Palavra de Deus, mas Ele só
faz isto se o desejarmos.
Em segundo lugar, precisamos
prestar atenção
ao chamado para nos enchermos
do Espírito adquirindo
conhecimento da Palavra de Deus:
“Habite,
ricamente, em vós a palavra de Cristo” (Colossenses
3:16). Efésios 5:18
diz para deixarmos o
Espírito nos encher. O Espírito
e a Palavra andam
juntos. Estar cheio do Espírito
requer conhecer a
Palavra e ter essa Palavra habitando dentro de
nós.
Ter o Espírito enchendo
as nossas vidas faz
a Palavra de Deus se tornar
viva dentro de nós.
O Espírito e a Palavra
operam juntos.
Em terceiro lugar, para estar
cheio do Espírito,
temos de fazer da entrega a Jesus um estilo de vida.
A chave para nos enchermos
do Espírito a-
Deixaremos de ser sonâmbulos.
Estaremos bem acordados, ajustados com o
Espírito e seremos
fortalecidos pelo Seu poder.
CONCLUSÃO
Você é um cristão sonâmbulo?
Busque mais
uma vez a sabedoria, a compreensão
e o poder de
estar cheio do Espírito. É hora
de usarmos a
sabedoria do alto, de entendermos a vontade de
Deus e a ela obedecermos, de buscarmos e
aceitarmos o poder decorrente de nos enchermos
do Espírito. Deus quer
que a Sua igreja desperte.
Se você não é cristão, é hora
de despertar
para o que Cristo fez por
você. Venha até Ele,
arrependa-se da sua velha vida e seja batizado
para lavar os seus pecados.
Ressuscite das águas
do batismo para fazer brilhar a luz de Cristo ao
mundo.
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Todos
querem
desejam sorte. Alguns,
buscando salvaguardar a sua sorte, utilizam-se de trevo
de quatro folas; comem lentilha no
final de ano; biscoito da sorte; usam pé de coelho;
usam roupas brancas na virada do ano; peças íntimas
novas; jogadores entram em campo de pé direito;
utilizam sempre a mesma cor de roupa; “dizem que
o Scolari usa sempre as mesmas meias brancas em decisões”.
Salmo 126.1-5: “1Quando o SENHOR restaurou a sorte
de Sião, ficamos como quem sonha. 2Então,
a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua,
de júbilo; então, entre as nações
se dizia: Grandes coisas o SENHOR tem feito por eles. 3Com
efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por
isso, estamos alegres. 4Restaura, SENHOR, a nossa sorte,
como as torrentes no Neguebe. 5Quem semeia com lágrimas,
com júbilo ceifará. 6Quem sai andando e chorando,
enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo
os seus feixes”.
I - Introdução
1.1. Todos querem, desejam sorte. Alguns, buscando salvaguardar
a sua sorte, utilizam-se de trevo de quatro folas; comem
lentilha no final de ano; biscoito da sorte; usam pé de
coelho; usam roupas brancas na virada do ano; peças íntimas
novas; jogadores entram em campo de pé direito;
utilizam sempre a mesma cor de roupa; “dizem que
o Scolari usa sempre as mesmas meias brancas em decisões”.
1.2. Quem sabe os jogadores da Espanha não se utilizaram
de seus amuletos; ou quem sabe os amuletos da Coréia
foram mais eficientes, talvez porque estivesse apitando
o jogo.
1.3. Na internet, são inúmeros os sites que
tratam de sorte, talvez porque todos querem a “sua
sorte”. Num deles, está escrito: “Você é capaz
de realizar todos os seus sonhos e desejos; confie no seu
poder pessoal; na grandeza do seu “ser superior”.
Acredite que tudo é possível. Basta você querer.
Seja rico; feliz; tenha saúde”.
1.5. Quando se pensa em sorte, pensa-se em loterias diversas;
jogo do bicho; simpatias; horóscopos; supertições,
etc..., vale tudo.
1.6. Quando se fala em sorte, espera-se que o “eu” possa
realizar seus desejos, por si mesmo ou por ajuda de coisas
(pedras; cores; objetos, etc...), eis aí o grande
problema da “sorte” do ser humano, que por
si só não pode mudar a sua sorte.
1.7. A bíblia é um livro muito preocupado
com a sorte, tanto é que existem 260 citações
com o vocábulo sorte, sem contar com as variações.
1.7. Sorte significa quinhão; parte; porção;
resultado; destino.
II Proposição:
2.1. Por mais que pareça impossível, Deus
pode restaurar sorte.
2.2. O ser humano nasceu rodeado de toda a sorte de bênçãos.
No Édem, Adão tinha tudo de que precisava,
até de uma mulher bonita, mas o pecado, tirou a
sorte de Adão e Eva, e por conseqüência,
a nossa também.
2.3. Através de Jesus Cristo, DEUS PODE RESTAURAR
A MINHA, A TUA, A NOSSA SORTE, porque Ele é o autor
da mesma.
III Contexto:
Salmo 137:1-6: “1Às margens dos rios da Babilônia,
nós nos assentávamos e chorávamos,
lembrando-nos de Sião. 2Nos salgueiros que lá havia,
pendurávamos as nossas harpas, 3pois aqueles que
nos levaram cativos nos pediam canções, e
os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo:
Entoai-nos algum dos cânticos de Sião. 4Como,
porém, haveríamos de entoar o canto do SENHOR
em terra estranha? 5Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém,
que se resseque a minha mão direita. 6Apegue-se-me
a língua ao paladar, se me não lembrar de
ti, se não preferir eu Jerusalém à minha
maior alegria”.
3.1. Para entendermos o porque da alegria demonstrada no
Salmo 126, precisamos nos recorrer ao contexto do Salmo
137. Na verdade, o Salmo 126 foi concebido ante a lembrança
do Cativeiro babilônico, ocasião em que o
templo foi destruído. Este cântico foi escrito
pelos primeiros a retornarem à Jerusalém.
3.2. CATIVEIRO
Cativeiro, significa privação parcial ou
total de liberdade. Perda de identidade. Lembrança
do que deixou para trás: família; filhos;
casa; trabalho; alegria; maus tratos; racionamento de comida.
Ultimamente, podemos dizer que conhecemos muito bem o significado
da palavra cativeiro.
3.2.1. Cativeiro provoca tristeza, choro:
Salmo 137.1. “Às margens dos rios da Babilônia,
nós nos assentávamos e chorávamos,
lembrando-nos de Sião”.
3.2.1.1. Choro, de tristeza pela saudade da terra; da liberdade;
da felicidade; uma felicidade, muitas vezes, até utópica,
que jamais foi alcançada, mas uma saudade.
Por mais bonita que
seja a paisag |