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Estudos Bíblicos, Estudos Bíblicos

 Estudos Bíblicos

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A Ceia da Senhor

UMA INSTITUIÇÃO DE CRISTO

CHARLESTON SCARPARO CONFERENCISTA 6199247459

"...o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes em que o beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha." (I Co.11:23-6)

Observando a expressão "fazei isto", percebemos que se trata de uma ordem de Jesus. É um imperativo, e fica ainda mais evidente ser uma ordenança para a Igreja, quando Jesus repete a expressão "todas as vezes que"... mostrando que este ato deveria ser parte da nossa prática cristã.

UM MEMORIAL

Lugar algum das Escrituras mencionam o pão e o vinho se tornando literalmente o corpo e o sangue do Senhor na hora em que o partilhamos. Pelo contrário, Jesus deixa claro o caráter simbólico do ato ao dizer: "fazei isto em memória de mim".

A ceia do Senhor é um momento de recordação do que ele fez por nós ao morrer na cruz para a remissão dos nossos pecados. Quando a celebramos, estamos anunciando a morte do Senhor Jesus até que Ele volte! Os elementos são, portanto, figurativos, e não literais.

UM RITUAL DE ALIANÇA

Os orientais davam muito valor à alianças, e as respeitavam. Quando Jesus institui exatamente o pão e o vinho como os elementos da ceia, ele sabia exatamente o quê estava fazendo. Para os judeus, o pão e vinho faziam parte de um ritual de aliança de sangue, o mais alto nível de aliança a que alguém poderia se submeter.

Ao contrair uma aliança deste nível, as duas partes estavam declarando que misturavam suas vidas e tudo o que era de um passava a ser de outro e vice-versa; por isso Jesus declarou na ceia que o cálice era a aliança NO SEU SANGUE, estabelecendo com isso, na ceia, um ritual de aliança.

No Velho Testamento vemos Abraão indo ao encontro de Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e levando pão e vinho. O que era isto? Um ritual de aliança.
Quando ceamos, estamos reconhecendo que realmente estamos aliançados com Cristo, e que nossas vidas estão misturadas, fundidas uma na outra (I Co.6:17).

Jesus deixou bem claro aos que o seguiam que não bastava apenas simpatizar-se com ele ou seguí-lo pelos milagres que operava, mas que era necessário aliança, e aliança no mais elevado e sagrado nível que os judeus conheciam: a aliança de sangue.

Muitos não compreendem isto por não conhecer os costumes da época, mas era a este tipo de aliança que Jesus se referia ao proferir estas palavras:

"Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida, e meu sangue é verdadeira bebida. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue, permanece em mim e eu nele." (João 6:53-56).

É óbvio que Jesus não falava sobre comer a carne literalmente, mas sim sobre aliança, sobre mistura de vida; isto fica claro quando o Mestre conclui dizendo que tal pessoa permaneceria nele e ele nesta pessoa. Este texto também não fala diretamente da ceia, mas sim da nossa aliança com Cristo; embora deixe claro qual é figura da ceia: um ritual de aliança onde testemunhamos comunhão entre nós e o Senhor Jesus Cristo.

UM TEMPO DE COMUNHÃO

No tempo apostólico as ceias eram também chamadas de "ágapes" (ou "festas de amor" – Jd.12), o que reflete parte de seu propósito. As ênfases na expressão "corpo" que encontramos no ensino bíblico da ceia, reflete esta visão de unidade e comunhão. A mesa é um lugar de comunhão em praticamente quase todas as culturas e épocas, e a mesa do Senhor não deixa de ter também esta característica.

UM ATO DE CONSEQÜÊNCIAS ESPIRITUAIS

Na epístola de Paulo aos coríntios, fica claro que a Ceia do Senhor tem conseqüências espirituais; ela será sempre um momento de benção ou de maldição para os que dela participam.

BENÇÃO:
" Porventura o cálice da benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?" (I Co. 10:16).

Observe o termo "cálice da benção". Isto não é figurado, é real. A Ceia do Senhor traz bênçãos espirituais sobre aqueles que dela participam.

Um outro termo empregado neste versículo, que nos revela algo importante, é "comunhão"; quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso princípio, temos comunhão com o sangue e com o corpo de Cristo! O que isto significa?

Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos provando que tipo de bênçãos? A purificação, e também a proteção, pois o diabo não pode transpor o poder do sangue para nos tocar (Ex.12:23, Ap.12:12).

E o que significa ter comunhão com o corpo? O corpo de Jesus foi moído porque ele tomou sobre si nossas enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas suas feridas fomos sarados (Is.53:4,5).

A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física, e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar a benção da saúde a da cura. Muitos estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não discernirem o corpo do Senhor na Ceia.

Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade e é fonte de vida aos que com ele comungam.

A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão, reflexão, devoção, fé, e adoração. Tudo deve ser feito de coração e com reverência, pois é um ato de conseqüências espirituais.

MALDIÇÃO. A Bíblia não usa especificamente esta palavra, mas mostra que a maldição pode vir como um juízo de Deus para quem desonra a Ceia do Senhor. Depois de ter dito que ao participar da mesa do Senhor a pessoa está anunciando a morte de Jesus até que ele venha, Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, traz a seguinte advertência:

"Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice, pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.

Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos que dormem. Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo." (I Co.11:27-32).

Para muitas pessoas, a Ceia é algo que as amedronta; preferem não participar dela quando não se sentem dignas, para não serem julgadas. Mas veja que a Bíblia não nos manda deixar de tomar, e sim fazer um auto-exame antes, pois se houver necessidade de acerto devemos fazê-lo o mais depressa possível (I Jo.1:9).

Deixar de participar da mesa do Senhor é desonrá-la também! Devemos ansiar pelo momento em que dela partilharemos, e não evitá-la. Mas há aqueles que querem fingir que estão bem, e participam sem escrúpulo algum do que é sagrado; para estes, não tardará o juízo.

Participar da mesa do Senhor tem conseqüências espirituais; ou o cristão é abençoado ou é amaldiçoado. Não há meio termo.



O FIM ESTÁ PRÓXIMO

Sei que ninguém gosta de falar em morte, especialmente na sua própria morte, mas quero pedir que hoje você faça uma exceção e pense no assunto. Mas não pense na morte como algo que vai acontecer daqui a muitos anos. Imagine que você foi ao médico ver os resultados dos seus exames e ele lhe disse: “Você só tem seis meses de vida”.

A pergunta que eu te faço é a seguinte: “Como você vai viver estes seus últimos meses?”.

Não sei quanto a você, mas eu iria querer passar o máximo de tempo com as pessoas que eu amo e fazer aqueles passeios que nunca fizemos, também procuraria acertar aquela pendência com meu irmão, me reconciliar com aquele meu vizinho e com aquele meu colega de trabalho, acertar aquela documentação, esclarecer aquele mal-entendido, enfim... Tentaria acabar com minhas pendências pessoais. Agora, sem tempo a perder, sem burocracia, sem rabugice, sem orgulho besta, sem confusão, sem complicação (não é impressionante como a idéia da morte nos ensina a viver?).

É exatamente isso que nós encontramos na Primeira Epístola do Apóstolo Pedro, Capítulo 4, versos 7 a 11. Leia com atenção:

“Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações. Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração. Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!”.

No ano 63 a.C., o general romano Pompeu conquistou Jerusalém. No ano seguinte, o imperador Nero desencadeou uma perversa perseguição contra os cristãos, obrigando-os a fugir para as mais remotas regiões do Império Romano. Porém, esta fuga não os livrou completamente do ódio do imperador e dos seus súditos. O Apóstolo Pedro, prevendo que muitos iriam morrer, inclusive ele mesmo, alerta que “o fim de todas as coisas está próximo” e, num complemento absolutamente natural, passa a exortá-los a viverem suas vidas sob a perspectiva da morte eminente.

Certamente eu e você não estamos nas mesmas condições que os cristãos daquela época, nem seu médico disse-lhe que você tem apenas seis meses de vida, mas, com certeza você vai concordar comigo que nenhum de nós sabe exatamente quando vai morrer.

Crianças e jovens morrem. Pessoas saudáveis também morrem. Pessoas que raramente pensam na morte morrem também. A vida humana é tão breve, tão passageira, que não há exagero algum em afirmar que:

O fim está próximo!

- Sabendo que o fim está próximo, como a Bíblia nos exorta a viver?

1. Sejamos criteriosos.
A palavra aqui traduzida como criteriosos é o termo grego “sophorneo”, que significa mente sã.

Sejamos criteriosos no lar (no cumprimento das promessas que fizemos ao nosso cônjuge e aos nossos filhos; na honestidade e transparência nos relacionamentos; nas regras que criamos; na dedicação; no amor; etc.).

Criteriosos no trabalho (no cumprimento das normas da empresa; nos relacionamentos; na hora de promover ou rebaixar alguém; na hora de contratar ou despedir; na hora de pagar os salários; etc.).

Criteriosos nos negócios (na leitura dos documentos antes de os assinar; na hora de fazer ou quitar dívidas; na hora de ser fiador de alguém; etc.).

Criteriosos na fé (rejeitando ensinos antibíblicos, líderes, igrejas e religiões que se desviaram da verdade de Deus revelada em Sua Palavra, a Bíblia; denunciando os falsos profetas; não dando dinheiro para os ‘mercenários da fé’; apegando-nos com coragem à verdade; seguindo e servindo ao Nosso Senhor Jesus, etc.).

O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, sejamos criteriosos.

2. Sejamos sóbrios, a bem das nossas orações.
A palavra aqui traduzida como sóbrios é o termo grego “nepho”, que significa bem equilibrado, autocontrolado.

Não comamos, bebamos, nem durmamos demais. Não sejamos preguiçosos, nem trabalhemos demais. Se alguém pisar no seu calo, conte até 10. Se a raiva não passar, conte outra vez. Não se deixe levar por vícios e pelas fraquezas da carne. Não gaste mais do que ganha.

Alguém poderia pensar: “Bom, já que o fim está próximo, deixe-me aproveitar a vida (ou o resto dela, pelo menos)”. Mas, este raciocínio, apesar de aparentemente lógico, é um completo engano. Ao menos que você tenha certeza de que irá direto para o sofrimento do inferno, lembre-se: Deus é Santo, e requer santidade dos seus filhos. Dizer que o fim está próximo é o mesmo que dizer que, em breve, eu e você iremos nos apresentar diante d’Ele.

Além disso, o Apóstolo nos exorta a sermos sóbrios “a bem das nossas orações”. Deus não ouve as orações das pessoas que vivem de forma desequilibrada. Não porque Ele não queira atendê-lo, mas porque não adianta nada. Mesmo que Deus desse um milhão para aquele que se endividou por não saber se controlar, dentro de alguns dias Deus teria que lhe dar mais um milhão, pois, certamente, o seu problema não é a falta de dinheiro, e, sim, sua impulsividade.

O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, sejamos sóbrios em nosso viver.

3. Acima de tudo, porém, tenhamos intenso amor uns para com os outros:
- No perdão irrestrito.
- Na hospitalidade (sem murmuração).
- No serviço uns aos outros (partilha dos bens e talentos).

Acima de tudo, porém, o amor.

Se você fosse mesmo morrer daqui a seis meses, iria se negar a perdoar alguém que lhe tenha ofendido? Deixaria de receber seus parentes e amigos somente para não sujar sua casa? E, caso os recebesse, depois iria ficar reclamando disto e daquilo, ou deste e daquele? Deixaria de dar uma cesta básica a uma viúva pobre que batesse à sua porta ou de dar abrigo a um viajante que ficou sem dinheiro no meio da viagem? Iria se negar a aconselhar ou a confortar alguém que lhe pedisse um minuto da sua atenção e da sua compaixão?

O FIM ESTÁ PRÓXIMO, tenhamos, portanto, amor intenso.

4. Glorifiquemos a Cristo em nosso viver (no falar e no fazer)
Falar é um dom maravilhoso. Muito se pode construir através da fala, no entanto, nenhum outro atributo humano é mais miseravelmente utilizado quando a nossa capacidade de falar, nenhum outro é mais utilizado para destruir e corromper.

Falamos à toa o dia inteiro: piadas sujas, palavrões, maldições, fofocas, intrigas, malícia, mentiras, infâmias e toda sorte de inutilidades.

Se você fosse mesmo morrer daqui a seis meses, como seria seu falar?

A Bíblia nos ensina a falar “de acordo com os oráculos de Deus”. Isto é coisa séria. Para você ter uma idéia do que é isto, convém você saber que os Dez Mandamentos são oráculos de Deus. Não são os únicos, mas, certamente, são os mais conhecidos.

É um padrão muitíssimo alto. Através do nosso falar devemos glorificar a Cristo, isto é, quando alguém ouvir nossas palavras irá dizer: “Graças a Deus por estas palavras”.

O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, cuidemos do nosso falar.

Porém, apenas falar de nada adianta. Estamos cansados de ver a sociedade sendo enganada por políticos e oradores que muito falam, mas pouco ou quase nada fazem.

O Apóstolo Pedro complementa: “Sirva na força que Deus supre”. Diga para o aflito: “Deus te abençoe”, mas, ajude-o naquilo que você puder.

Alivie o peso do cansado. Esprema a ferida purulenta. Estenda a mão ao desesperado. Varra a casa do doente acamado. Cuide dos filhos da mulher que está internada. Dê banho no idoso incapaz.

Também é um padrão muitíssimo alto. Através do nosso serviço ao próximo devemos glorificar a Cristo, isto é, quando alguém for beneficiado pelo nosso serviço, irá dizer: “Graças a Deus por você existir”.

O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto, sirvamos na força que Deus nos dá.

Recapitulando:
O FIM ESTÁ PRÓXIMO, portanto:
- Sejamos criteriosos.
- Sejamos sóbrios, a bem das nossas orações.
- Acima de tudo, porém, tenhamos intenso amor uns para com os outros:
- Glorifiquemos a Cristo em nosso viver (no falar e no fazer)

Deus seja louvado!

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DANIEL NA COVA DOS LEÕES

- Para você hoje! -

"Todos os príncipes do reino, os prefeitos e presidentes, capitães e governadores tomaram conselho, a fim de estabelecerem um edito real e fazerem firme este mandamento: que qualquer

que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não

a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. (...) Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora, havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém),

e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus,

como também antes costumava fazer". (Daniel 6:7,10)

Daniel era um homem de oração, e ninguém pode negar isso. Seu testemunho, sua vida exemplar, inspirava confiança, estimulava a crer num Deus vivo que pode todas as coisas. Seria inaceitável associar um homem como Daniel a um espírito de rebeldia, de desobediência, de insubordinação. Este era verdadeiramente um homem de Deus! Só que tudo isso parece muito confuso diante deste novo edito do rei: está proibido a petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, que não fosse ao rei. Daniel não obedeceu. E era só por trinta dias! Os príncipes ciumentos haviam armado uma cilada para Daniel, sabendo que ele orava três vezes ao dia. Agora o decreto do rei tinha que ser cumprido.

Será que Daniel não sabia das ordens de "honrar ao rei" como era conhecido de todos e até na própria escritura sagrada? Será que Daniel não sabia que "o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniqüidade e idolatria" (1 Samuel 15:22,23)? Será que Daniel não era exemplo para o que Pedro ordenou na Palavra de Deus em 1 Pedro 2:13: "Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor, quer ao rei, como superior"??

Sem dúvidas que este Beltessazar (nome dado a Daniel pelo chefe dos eunucos) sabia de suas obrigações e de sua submissão ao rei. Conhecia as Escrituras e era temente a Deus. Daniel não era covarde, como alguns de nossa contemporânea sociedade, que se acham corajosos e ousados com os pobres, simples e humildes, mas que diante dos mais abastados, dos que tem um certo poder aquisitivo elevado, fingem não ver o erro, fazem vista grossa ao pecado, e toda a sua autoridade, ousadia e fé vão por água abaixo! Daniel não fazia média, bajulando poderosos, para depois dizer que "recebeu bênçãos", de iníqüos, incrédulos, mentirosos, aliados do diabo. Daniel não era rebelde, mas seu compromisso primordial era com Deus.

Pedro e João, diante do sinédrio, não foram exemplo de rebeldia, mas de compromisso com a seara do Senhor, de pregar o evangelho da salvação: "E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus. Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus, porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido". (Atos 4:18,19)

Estes exemplos nos mostram que a submissão, a obediência, não é sinônimo de um suicídio mental, de uma auto-hipnose, de uma obediência cega. É evidente que nenhum pastor ou líder cristão irá proibir alguém de orar, de buscar a Deus. Mas a quantos fatores isso pode ser relacionado, sem ser propriamente a oração?! Quantos e quantos irmãos são amedontrados por alguns, a apenas "obedecer" e nada mais, sem questionar? Quantas pessoas já foram suspensas, excluídas de comunhão, sem serem ao menos questionadas, sem terem o direito de se defender, pois o que vale é uma única voz, de quem se diz ungido!

Talvez nos dias de hoje alguns diriam até que Daniel entrou "na prova" da cova dos leões por que foi desobediente, rebelde, com o rei Dario. Alguns diriam que os leões só não o comeram "pela misericórdia", mas que Deus poderia ter permitido, por desobedecer. Quantas coisas ouviríamos de alguns crentes!

Mas Daniel não era obreiro fraudulento, não era profeta de Acabe, nem vaso covarde, de entregar o recado de Deus com ousadia somente para os humildes e temer os "grandes". Não era como o profeta Hananias, que indo contra Jeremias, profetizava coisas boas para fazer uma "média". Pela manhã o rei ouviu de Daniel a resposta do suposto "desobediente" as suas ordens: "Oh rei, vive para sempre! O meu Deus enviou seu anjo e fechou a boca dos leões para que não me fizesse dano". (Daniel 6:20-21)

Seja obediente ao pastor de sua igreja. Dentro da Palavra de Deus, à luz das Escrituras. A Bíblia nos ordena mesmo a obedecermos aos pastores, pois eles darão conta de nós. O cristão que pensa em fazer tudo sem conselhos de seu pastor, sem pedir permissão, com certeza encontra a derrota rapidamente. Mas saiba que, em primeiro lugar, o seu compromisso é com Deus. O Deus dos deuses e Senhor dos senhores!

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram:

Mais importa obedecer a Deus do que aos homens". (Atos 5:29)

CHARLESTON SCARPARO

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Como posso estar cheio do Espírito Santo?
PR.CHARLESTON CONFERENCISTA NACIONAL


Pergunta: "Como posso estar cheio do Espírito Santo?"

Resposta: Um versículo chave que discute a plenitude do Espírito Santo neste tempo é João 14:16, onde Jesus prometeu que o Espírito habitaria os crentes em caráter permanente. É importante distinguir entre ter dentro de si o Espírito com estar cheio do Espírito. Ter permanentemente o Espírito habitando dentro de si não é para alguns poucos crentes, mas para todos. Há muitas referências nas escrituras que embasam esta conclusão. A primeira é que o Espírito Santo é um dom dado a todos os crentes em Jesus, sem exceção, e nenhuma condição é imposta a isto, a não ser a fé em Cristo (João 7:37-39). A segunda é que o Espírito Santo é dado no momento da salvação. Efésios 1:13 indica que o Espírito Santo é dado no momento da salvação. Gálatas 3:2 também enfatiza esta mesma verdade, dizendo que o selo e o ato de receber o Espírito aconteceram no momento em que se creu. Terceiro, o Espírito Santo habita em cada crente permanentemente. O Espírito Santo é dado aos crentes como garantia ou validação de sua futura glorificação em Cristo (II Coríntios 1:22; Efésios 4:30).

Isto está em contraste com o mandamento para estarmos cheios do Espírito encontrado em Efésios 5:18. Devemos ceder ao Espírito Santo de tal maneira que Ele possa nos possuir totalmente, e neste sentido, ficarmos plenos. Romanos 8:9 e Efésios 1:13-14 afirmam que Ele habita dentro de cada crente, mas que pode se entristecer (Efésios 4:30), e sua atividade dentro de nós pode se extinguir (I Tessalonicenses 5:19). Quando permitimos que isto aconteça, não experimentamos a plenitude da operação e poder do Espírito Santo, dentro e através de nós. Para estarmos plenos do Espírito, Ele deve ter liberdade para ocupar cada parte de nossas vidas, nos guiando e controlando. Seu poder, então, pode ser exercitado através de nós a fim de que o que façamos produza frutos para Deus. Estar cheio do Espírito não se aplica somente a atos externos; também se aplica aos pensamentos mais secretos e motivações para nossos atos. Salmos 19:14 diz: “Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!”

O pecado é o que nos separa de estarmos cheios do Espírito Santo, e a obediência a Deus é a maneira pela qual continuamos cheios do Espírito. Nosso foco deve ser a plenitude, como dito em Efésios 5:18, mas apesar disso, orar para estarmos cheios do Espírito Santo não é o que faz com que o sejamos. Somente nossa obediência aos mandamentos de Deus permite ao Espírito liberdade para trabalhar dentro de nós. Por sermos criaturas pecadoras, é impossível estarmos cheios do Espírito todo o tempo. Devemos lidar imediatamente com o pecado em nossas vidas, e assim renovar nosso compromisso em estarmos cheios do Espírito e por Ele guiados.


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A Ceia da Senhor

UMA INSTITUIÇÃO DE CRISTO

CHARLESTON SCARPARO CONFERENCISTA 6199247459

"...o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes em que o beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha." (I Co.11:23-6)

Observando a expressão "fazei isto", percebemos que se trata de uma ordem de Jesus. É um imperativo, e fica ainda mais evidente ser uma ordenança para a Igreja, quando Jesus repete a expressão "todas as vezes que"... mostrando que este ato deveria ser parte da nossa prática cristã.

UM MEMORIAL

Lugar algum das Escrituras mencionam o pão e o vinho se tornando literalmente o corpo e o sangue do Senhor na hora em que o partilhamos. Pelo contrário, Jesus deixa claro o caráter simbólico do ato ao dizer: "fazei isto em memória de mim".

A ceia do Senhor é um momento de recordação do que ele fez por nós ao morrer na cruz para a remissão dos nossos pecados. Quando a celebramos, estamos anunciando a morte do Senhor Jesus até que Ele volte! Os elementos são, portanto, figurativos, e não literais.

UM RITUAL DE ALIANÇA

Os orientais davam muito valor à alianças, e as respeitavam. Quando Jesus institui exatamente o pão e o vinho como os elementos da ceia, ele sabia exatamente o quê estava fazendo. Para os judeus, o pão e vinho faziam parte de um ritual de aliança de sangue, o mais alto nível de aliança a que alguém poderia se submeter.

Ao contrair uma aliança deste nível, as duas partes estavam declarando que misturavam suas vidas e tudo o que era de um passava a ser de outro e vice-versa; por isso Jesus declarou na ceia que o cálice era a aliança NO SEU SANGUE, estabelecendo com isso, na ceia, um ritual de aliança.

No Velho Testamento vemos Abraão indo ao encontro de Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e levando pão e vinho. O que era isto? Um ritual de aliança.
Quando ceamos, estamos reconhecendo que realmente estamos aliançados com Cristo, e que nossas vidas estão misturadas, fundidas uma na outra (I Co.6:17).

Jesus deixou bem claro aos que o seguiam que não bastava apenas simpatizar-se com ele ou seguí-lo pelos milagres que operava, mas que era necessário aliança, e aliança no mais elevado e sagrado nível que os judeus conheciam: a aliança de sangue.

Muitos não compreendem isto por não conhecer os costumes da época, mas era a este tipo de aliança que Jesus se referia ao proferir estas palavras:

"Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida, e meu sangue é verdadeira bebida. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue, permanece em mim e eu nele." (João 6:53-56).

É óbvio que Jesus não falava sobre comer a carne literalmente, mas sim sobre aliança, sobre mistura de vida; isto fica claro quando o Mestre conclui dizendo que tal pessoa permaneceria nele e ele nesta pessoa. Este texto também não fala diretamente da ceia, mas sim da nossa aliança com Cristo; embora deixe claro qual é figura da ceia: um ritual de aliança onde testemunhamos comunhão entre nós e o Senhor Jesus Cristo.

UM TEMPO DE COMUNHÃO

No tempo apostólico as ceias eram também chamadas de "ágapes" (ou "festas de amor" – Jd.12), o que reflete parte de seu propósito. As ênfases na expressão "corpo" que encontramos no ensino bíblico da ceia, reflete esta visão de unidade e comunhão. A mesa é um lugar de comunhão em praticamente quase todas as culturas e épocas, e a mesa do Senhor não deixa de ter também esta característica.

UM ATO DE CONSEQÜÊNCIAS ESPIRITUAIS

Na epístola de Paulo aos coríntios, fica claro que a Ceia do Senhor tem conseqüências espirituais; ela será sempre um momento de benção ou de maldição para os que dela participam.

BENÇÃO:
" Porventura o cálice da benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?" (I Co. 10:16).

Observe o termo "cálice da benção". Isto não é figurado, é real. A Ceia do Senhor traz bênçãos espirituais sobre aqueles que dela participam.

Um outro termo empregado neste versículo, que nos revela algo importante, é "comunhão"; quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso princípio, temos comunhão com o sangue e com o corpo de Cristo! O que isto significa?

Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos provando que tipo de bênçãos? A purificação, e também a proteção, pois o diabo não pode transpor o poder do sangue para nos tocar (Ex.12:23, Ap.12:12).

E o que significa ter comunhão com o corpo? O corpo de Jesus foi moído porque ele tomou sobre si nossas enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas suas feridas fomos sarados (Is.53:4,5).

A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física, e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar a benção da saúde a da cura. Muitos estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não discernirem o corpo do Senhor na Ceia.

Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade e é fonte de vida aos que com ele comungam.

A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão, reflexão, devoção, fé, e adoração. Tudo deve ser feito de coração e com reverência, pois é um ato de conseqüências espirituais.

MALDIÇÃO. A Bíblia não usa especificamente esta palavra, mas mostra que a maldição pode vir como um juízo de Deus para quem desonra a Ceia do Senhor. Depois de ter dito que ao participar da mesa do Senhor a pessoa está anunciando a morte de Jesus até que ele venha, Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, traz a seguinte advertência:

"Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice, pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.

Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos que dormem. Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo." (I Co.11:27-32).

Para muitas pessoas, a Ceia é algo que as amedronta; preferem não participar dela quando não se sentem dignas, para não serem julgadas. Mas veja que a Bíblia não nos manda deixar de tomar, e sim fazer um auto-exame antes, pois se houver necessidade de acerto devemos fazê-lo o mais depressa possível (I Jo.1:9).

Deixar de participar da mesa do Senhor é desonrá-la também! Devemos ansiar pelo momento em que dela partilharemos, e não evitá-la. Mas há aqueles que querem fingir que estão bem, e participam sem escrúpulo algum do que é sagrado; para estes, não tardará o juízo.

Participar da mesa do Senhor tem conseqüências espirituais; ou o cristão é abençoado ou é amaldiçoado. Não há meio termo.


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RAZÕES POR QUE O CRENTE NÃO PODE PERDER A SALVAÇÃO

Dawson Campos de Lima,

01. Gênesis 7:16 - Sendo a arca um tipo de Cristo (IPe.3:20,21; Rm.3:6:4), o crente está seguro nele (Cl.3:3; Ap.3:7).
02. Efésios 4:30 - O crente está selado no Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).
03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável
(IICo.5:5).
04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.
05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).
06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).
07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).
08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus, do mal que há no mundo.
09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.
10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por Deus (Sl.97:10).
11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.
12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda a sua entrada; e o guarda para sempre.
13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.
14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.
15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal (Sl.91: Jo.17:9-26).
16. I João 5:18 - O crente é guardado do maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).
17. Judas 24 - O crente é guardado para não tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).
18. João 11:9 - A fé do crente não lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).
19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).
20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no poder de Deus.
21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé, e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29; ICo.3:5;
At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).
22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder de Deus (IITm.1:12; Jd.24).
23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa
(Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23; IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa, sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou, foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio nome, porque não havia outro nome superior ao Seu (Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).
24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado (Sl.89:30-35; ICo.11:32).
25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado (Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).
26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4), mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).
27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido por Deus até o fim (Sl.121:8).
28. I Coríntios 10:13 - A tentação não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).
29. João 4:14 - O crente jamais terá sede (Lc.16:24).
30. João 5:24 - O crente já passou da morte para a vida.
31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo (IITm.2:11).
32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva esperança.
33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra de Deus.
34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).
35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado fora.
36. João 6:47 - O crente já possui a vida eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).
37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado da mão do Filho.
38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado da mão do Pai.
39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por um pecador que se arrepende.
40. João 10:27 - O crente é conhecido do Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).
41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.
42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para o crente (Rm.8:33,34).
43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também será glorificado.
44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gn.50:20).
45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente do amor de Deus (Jo.13:1).
46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).
47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).
48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra no crente (Fp.2:13).
49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.
50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível (IICo.11:2; ICo.12:26,27).
51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.
52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).
53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado por Deus.
54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus, e não pode "desnascer"
55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.
56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo (ICo.6:19,20).
57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado irrepreensível.
58. I João 5:16 - O crente não pode pecar para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).
59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23; IJo.5:10; Jo.3:33).
60. I João 2:19 - O crente é perseverante na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).
61. João 10:26 - O crente é ovelha e não porca lavada (IIPe.2:20-22).
62. João 13:10 - O crente já está limpo do seu pecado (Jo.15:3).
63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça do crente.
64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação do crente.
65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção do crente.
66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente (Hb.6:18).
67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).
68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor (Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).
69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.
70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4; Ap.12:11).
71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).
72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.
73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.
74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre da maldição da lei.
75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23; IPe.1:18,19).
76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).
77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes, e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).
78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede pelo crente.
79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das promessas de Deus (Jo.6:47).
80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14; IJo.3:9).

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15 RAZÕES PORQUE NÃO POSSO SER TESTEMUNHA DE JEOVÁ

Por: Robert Mignard

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.

1. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO.

As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.

Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.

Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.

Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.

Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.

Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.

O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.

2. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.

Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.

3. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.

Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.

Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.

4. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.

Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.

5. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.

A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".

6. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.

Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.

7. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.

De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.

8. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.

João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.

9. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.

As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.

10. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.

Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.

11. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.

As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.

12. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.

Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.

13. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.

A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. "outro". não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. "….porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.

14. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.

Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.

15. 0S TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.

Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.


Adcionado por Mario Cesar
UMA PERGUNTA QUE OS TJ NUNCA RESPONDEM !
No livro de João cap 1 e vers 1, diz que "o verbo era Deus..."
Na tradução Novo Mundo ( a bíblia dos TJ ), diz que o verbo era "um deus". A pergunta é o seguinte: Mesmo usando atradução errada novo mundo está escrito que o verbo era "um deus" então que Deus é esse ?
Será um deus falso ? Com certeza eles não responderão isso
Então se é um deus verdadeiro e só um Deus verdadeiro Jesus é Deus. fonte: www.geocities.com/athens/olympus/1563

ADAPTAÇAO CHARLESTON SCARPARO

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Tempo de Despertar

muitos de nós nos recusamos a deixar

nossas luzes brilharem como devem

fazer os cristãos. Parece que estamos

dormindo nas trevas. Temos recursos e oportunidades

abundantes para levar a mensagem do

evangelho ao mundo e para servir as pessoas em

nome de Jesus; todavia, parecemos sonâmbulos.

Parecemos ter pouco senso de direção. Demonstramos

pouca conscientização de quem e do que

somos.

Não mostramos nenhum senso de urgência

para realizar a tarefa que Deus nos deu.

Por exemplo, onde está nossa urgência na

evangelização?

O Senhor nos deu ordem para

irmos adiante: “Ide, portanto, fazei discípulos

de todas as nações, batizando-os em nome do

Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os

a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”

(Mateus 28:19, 20a). Onde estão as provas

da nossa urgência em realizar essa tarefa? O que

poderá nos despertar desse sono?

O que despertou os cristãos primitivos

quando eles cochilaram na sua dedicação? Eles

também dormiram espiritualmente

. Em Efésios

5, Paulo fez um chamado para despertarem:

“Desperta, ó tu que dormes,

levanta-te de entre os mortos,

e Cristo te iluminará” (v. 14)

.

Paulo despertou os dorminhocos com a seguinte

mensagem:

Portanto, vede prudentemente como andais,

não como néscios, e sim como sábios, remindo

o tempo, porque os dias são maus.

Por esta

razão, não vos torneis insensatos, mas procurai

compreender qual a vontade do Senhor. E não

vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução,

mas enchei-vos do Espírito (5:15–18)

.

As palavras de Paulo podem nos dar algumas idéias.

USE SABEDORIA

O chamado para despertar lançado por Paulo

é um chamado para a sabedoria:

“Portanto, vede

prudentemente como andais, não como néscios, e

sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias

são maus” (5:15, 16).

No século XX, foram feitas mais descobertas e

ganhou-se mais conhecimento do que em todo o

restante da história do mundo

. Temos mais fatos

e dados disponíveis do que somos capazes de utilizar,

mas o nosso mundo ainda carece de sabedoria.

Sabedoria significa mais do que apenas conhecer

fatos.

Sabedoria implica perspectivas — com

uma abordagem da vida centralizada em Deus.

Salomão atravessou uma “crise de meiaidade”.

Ele virou as costas para Deus e tentou

encontrar felicidade sem Deus. Ele teve desejos,

dinheiro, tempo, energia e oportunidades para

experimentar tudo que pudesse injetar alguma

satisfação na vida

. Salomão escolheu ser insensato

em vez de sábio. Sua busca pela felicidade sem

Deus o deixou vazio, deprimido e desiludido.

Hoje, temos o jornal Eclesiastes de Salomão

relatando suas tentativas fracassadas de buscar

satisfação sem Deus.

As palavras de Paulo nos fazem lembrar a

experiência de Salomão. Paulo estava dizendo:

“Não sejam néscios [tolos, insensatos]”. Se ele

estivesse aqui hoje, talvez dissesse:

Você acha que encontrará felicidade juntando

um monte de dinheiro?

Não seja néscio.

Você acha que encontrará felicidade comprando

aquela casa que tanto quer?

2

Não seja néscio.

Você acha que encontrará felicidade se conseguir

sair com aquela bela garota ou aquele

belo rapaz?

Não seja néscio.

Você acha que encontrará felicidade se conseguir

aquele emprego?

Não seja néscio.

Você acha que encontrará felicidade bebendo

ou consumindo drogas?

Não seja néscio.

Você acha que encontrará felicidade driblando

todo tipo de autoridade e fazendo só o que

quer?

Não seja néscio.1

Só existe uma maneira de viver, uma maneira de

aproveitar ao máximo cada oportunidade —

vivendo para Deus. O que quer que experimentemos

sem Deus não nos trará satisfação.

Esse despertamento começa com sabedoria.

USE COMPREENSÃO

Despertar também tem a ver com compreender

a importância da vontade de Deus:

“Por esta

razão, não vos torneis insensatos, mas procurai

compreender qual a vontade do Senhor” (5:17).

John Stott comentou: “Nada é mais importante na

vida do que descobrir e fazer a vontade de Deus”2 .

É tempo de os cristãos despertarem e reconhecerem

a importância da vontade de Deus. Temos de

reconhecer que vivemos num mundo desajustado

com a vontade de Deus.

O mundo está contra

Deus. Ele se recusa a entrar em sintonia com Deus.

Diariamente, somos bombardeados por mensagens

que vão contra a vontade de Deus e elas

influenciam cristãos de todas as idades.

Todos nós

sentimos a pressão de uma cultura desajustada

com Deus. Alguns de nós precisamos despertar

e pensar nas fontes de entretenimento que temos

utilizado. Precisamos despertar e pensar nos livros

que temos lido, nos lugares que temos freqüentado

e na maneira como temos passado o tempo.

Precisamos despertar para a vontade de Deus.

USE PODER

Uma terceira chave para os que estão dormindo

espiritualmente despertarem é o poder. O poder

da igreja provém de uma só fonte:

o Espírito

Santo do Senhor. Efésios 5:18 diz: “E não vos

embriagueis com vinho, no qual há dissolução,

mas enchei-vos do Espírito”.

Quando uma pessoa está embriagada, dizemos

que ela está “sob influência” do álcool. Os efeitos

do álcool controlam essa pessoa. Uma pessoa

embriaga anda, fala, pensa e trata os outros de

modo diferente do que faria se estivesse sóbria.

Uma pessoa embriagada se transforma numa

pessoa diferente.

Paulo desafiou os cristãos a serem diferentes

— a ficarem sob a influência do Espírito Santo de

Deus. O Espírito busca encher as nossas vidas através

da Palavra de Deus. Todavia, nossos pecados,

nossa teimosia e nossa recusa em nos arrepender

podem nos roubar o poder do Espírito.

Quando

estamos abertos para Deus e somos obedientes à

Sua Palavra, o Espírito Santo nos enche. O poder

do Espírito flui para dentro de nossas vidas.

Como, então, podemos ficar cheios do Espírito?

Em primeiro lugar, deseje ficar cheio do

Espírito. O

Espírito não concederá poder às nossas

vidas se não tivermos o desejo de ter o Seu poder.

Lemos o seguinte na Bíblia:

…levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem

sede, venha a mim e beba.

Quem crer em mim,

como diz a Escritura, do seu interior fluirão

rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao

Espírito que haviam de receber os que nele

cressem (João 7:37b-39a).

Despertar para o poder do Espírito em nossas

vidas começa com ter sede do que Jesus oferece

— a oportunidade de ser como Ele. Deixar o filho

de Deus semelhante a Jesus é a especialidade do

Espírito através da Palavra de Deus, mas Ele só

faz isto se o desejarmos.

Em segundo lugar, precisamos prestar atenção

ao chamado para nos enchermos do Espírito adquirindo

conhecimento da Palavra de Deus:

“Habite,

ricamente, em vós a palavra de Cristo” (Colossenses

3:16). Efésios 5:18 diz para deixarmos o

Espírito nos encher. O Espírito e a Palavra andam

juntos. Estar cheio do Espírito requer conhecer a

Palavra e ter essa Palavra habitando dentro de

nós.

Ter o Espírito enchendo as nossas vidas faz

a Palavra de Deus se tornar viva dentro de nós.

O Espírito e a Palavra operam juntos.

Em terceiro lugar, para estar cheio do Espírito,

temos de fazer da entrega a Jesus um estilo de vida.

A chave para nos enchermos do Espírito a-

Deixaremos de ser sonâmbulos.

Estaremos bem acordados, ajustados com o

Espírito e seremos fortalecidos pelo Seu poder.

CONCLUSÃO

Você é um cristão sonâmbulo? Busque mais

uma vez a sabedoria, a compreensão e o poder de

estar cheio do Espírito. É hora de usarmos a

sabedoria do alto, de entendermos a vontade de

Deus e a ela obedecermos, de buscarmos e

aceitarmos o poder decorrente de nos enchermos

do Espírito. Deus quer que a Sua igreja desperte.

Se você não é cristão, é hora de despertar

para o que Cristo fez por você. Venha até Ele,

arrependa-se da sua velha vida e seja batizado

para lavar os seus pecados. Ressuscite das águas

do batismo para fazer brilhar a luz de Cristo ao

mundo.

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Todos querem

desejam sorte. Alguns, buscando salvaguardar a sua sorte, utilizam-se de trevo de quatro folas; comem lentilha no final de ano; biscoito da sorte; usam pé de coelho; usam roupas brancas na virada do ano; peças íntimas novas; jogadores entram em campo de pé direito; utilizam sempre a mesma cor de roupa; “dizem que o Scolari usa sempre as mesmas meias brancas em decisões”.

Salmo 126.1-5: “1Quando o SENHOR restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. 2Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o SENHOR tem feito por eles. 3Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres. 4Restaura, SENHOR, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe. 5Quem semeia com lágrimas, com júbilo ceifará. 6Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes”.

I - Introdução
1.1. Todos querem, desejam sorte. Alguns, buscando salvaguardar a sua sorte, utilizam-se de trevo de quatro folas; comem lentilha no final de ano; biscoito da sorte; usam pé de coelho; usam roupas brancas na virada do ano; peças íntimas novas; jogadores entram em campo de pé direito; utilizam sempre a mesma cor de roupa; “dizem que o Scolari usa sempre as mesmas meias brancas em decisões”.
1.2. Quem sabe os jogadores da Espanha não se utilizaram de seus amuletos; ou quem sabe os amuletos da Coréia foram mais eficientes, talvez porque estivesse apitando o jogo.
1.3. Na internet, são inúmeros os sites que tratam de sorte, talvez porque todos querem a “sua sorte”. Num deles, está escrito: “Você é capaz de realizar todos os seus sonhos e desejos; confie no seu poder pessoal; na grandeza do seu “ser superior”. Acredite que tudo é possível. Basta você querer. Seja rico; feliz; tenha saúde”.
1.5. Quando se pensa em sorte, pensa-se em loterias diversas; jogo do bicho; simpatias; horóscopos; supertições, etc..., vale tudo.
1.6. Quando se fala em sorte, espera-se que o “eu” possa realizar seus desejos, por si mesmo ou por ajuda de coisas (pedras; cores; objetos, etc...), eis aí o grande problema da “sorte” do ser humano, que por si só não pode mudar a sua sorte.
1.7. A bíblia é um livro muito preocupado com a sorte, tanto é que existem 260 citações com o vocábulo sorte, sem contar com as variações.
1.7. Sorte significa quinhão; parte; porção; resultado; destino.

II Proposição:
2.1. Por mais que pareça impossível, Deus pode restaurar sorte.
2.2. O ser humano nasceu rodeado de toda a sorte de bênçãos. No Édem, Adão tinha tudo de que precisava, até de uma mulher bonita, mas o pecado, tirou a sorte de Adão e Eva, e por conseqüência, a nossa também.
2.3. Através de Jesus Cristo, DEUS PODE RESTAURAR A MINHA, A TUA, A NOSSA SORTE, porque Ele é o autor da mesma.

III Contexto:
Salmo 137:1-6: “1Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. 2Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas, 3pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo: Entoai-nos algum dos cânticos de Sião. 4Como, porém, haveríamos de entoar o canto do SENHOR em terra estranha? 5Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. 6Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria”.
3.1. Para entendermos o porque da alegria demonstrada no Salmo 126, precisamos nos recorrer ao contexto do Salmo 137. Na verdade, o Salmo 126 foi concebido ante a lembrança do Cativeiro babilônico, ocasião em que o templo foi destruído. Este cântico foi escrito pelos primeiros a retornarem à Jerusalém.

3.2. CATIVEIRO
Cativeiro, significa privação parcial ou total de liberdade. Perda de identidade. Lembrança do que deixou para trás: família; filhos; casa; trabalho; alegria; maus tratos; racionamento de comida. Ultimamente, podemos dizer que conhecemos muito bem o significado da palavra cativeiro.
3.2.1. Cativeiro provoca tristeza, choro:
Salmo 137.1. “Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião”.
3.2.1.1. Choro, de tristeza pela saudade da terra; da liberdade; da felicidade; uma felicidade, muitas vezes, até utópica, que jamais foi alcançada, mas uma saudade.

Por mais bonita que seja a paisag