Curiosidades:
Sismo separou águas para Moisés passar
Segundo a Bíblia, Moisés separou as águas do mar Vermelho
para permitir a fuga do povo hebreu do Egipto para a Palestina. Um milagre para
o qual o realizador Simcha Jacobovici tem outra explicação. No
seu mais recente documentário, este judeu canadiano garante que o fenómeno
foi provocado por uma erupção vulcânica na ilha grega de
Santorini. Conhecido do público graças ao documentário The
Lost Tomb of Jesus (O Túmulo Perdido de Jesus) - no qual afirma que Cristo
e os seus descendentes foram sepultados em Jerusalém -, Jacobovici volta
agora a causar polémica ao apresentar provas arqueológica sobre
a veracidade do Êxodo. No documentário, exibido nos EUA, Canadá e
Espanha, Jacobovici situa a fuga do povo de Israel do Egipto não em 1270
a. C., como é aceite, mas sim 300 anos antes. O canadiano explicou ao
diário israelita Haaretz que os Filhos de Israel, que tentavam fugir à escravidão
em busca da Terra Prometida eram na realidade membros das tribos Hyksos, que
governaram o Egipto entre 1640 e 1540 a. C. Estas afirmações baseiam-se
em pinturas desse período, nas quais as figuras são semelhantes às
descrições bíblicas de Jacob e dos filhos. A nova data para
o Êxodo corresponde à erupção vulcânica em Santorini.
Segundo os geólogos, a actividade sísmica pode ter feito recuar
as águas e provocado a escuridão descrita na Bíblia. Ao
voltar ao normal, o mar cobriu o exército egípcio que perseguia
os hebreus. O realizador alega ainda que o Mar Vermelho mencionado na Bíblia
era na realidade o lago el-Bala, seco desde a construção do Canal
do Suez, no século XIX.
«
Acusado de transmitir as suas crenças pessoais através do documentário,
Jacobovici explicou ao Haaretz que se limitou a fazer o seu trabalho. "O
significado teológico que as pessoas dão aos meus filmes não
me interessa", garantiu o realizador. Num artigo na Biblical Archaelogical
Review, o arqueólogo austríaco Manfred Bietak, cujas descobertas
foram usadas por Jacobovici, afirmou que o realizador as tirou do contexto e
garantiu não haver provas de que o Êxodo tenha ocorrido 300 anos
antes da data aceite.
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Há muitos fatos curiosos na Bíblia.
O primeiro é que o nome grego Bíblia significa livros, que é do
que a Bíblia é formada. Existe também muita especulação
sobre a manipulação da Igreja Católica quanto ou conteúdo
bíblico, já que conhecemos apenas a tradução autorizada
por eles. Umas das supostas verdades escondidas seria o fato de Jesus ter sido
casado.
Estudiosos afirmam que naquela época, e naquela cultura, um homem da idade
de Jesus já deveria ter se casado
. Eles afirmam ainda que sua esposa era Maria Madalena, e que ela só ficou
conhecida como meretriz para encobrir a verdade. E vão ainda mais fundo,
há pessoas que afirmam que existem provas de que Jesus queria que Maria
Madalena comandasse a Igreja depois de sua morte e que eles tiveram um filho.
Outras pessoas afirmam que Jesus teve irmãos legítimos.
O fato é que nada foi provado até hoje, apesar de alguns raciocínios
terem nexo. Fora essas suspeitas, ainda temos muito fatos curiosos retirados,
verdadeiramente, da Bíblia. Vamos conferir.
A arca de Noé
tinha 134 m x 23 m x 14 m. Isso daria uma área total, em seus 3 andares,
9.250 m2 e um volume de 43.150 m3. Esse tamanho se aproxima dos navios de hoje.
Depois de construir sua arca, Noé permaneceu dentro dela, com sua família
e os animais, 375 dias. O estranho, é que Noé já tinha 600
anos quando acabou de construí-la!
Você sabia que Joquebede,
que era a mãe de Moisés, recebeu um salário para criá-lo?
E que a única mulher que tem a idade citada em toda a Bíblia é Sara?
Ou ainda que Maersalalhasbaz é o mair nome escrito na Bíblia -
e o mais estranho, diga-se de passagem! Ele significa filho de Isaías.
Jesus seria um excelente economista,
porque nunca ninguém conseguiu fazer um investimento render tanto quanto
Ele. Com 5 pães e 2 peixes foi possível alimentar aproximadamente
5mil pessoas! E não é só isso… sobraram ainda 12 cestos
cheios de comida!
Na Grécia havia uma moeda chamada Talento
, que valia algo em torno de 3000 reais. No entanto, recebeu apenas 30 moedas
de prata - que não valem nem 50 reais - por entregar Jesus
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Paulo de Tarso
Em grego Paulos, derivado do latim Paulus, que quer dizer
pequeno.
Nome do grande apóstolo dos gentios. O nome judaico
anterior era Saulo; no hebreu Shaul, no grego, Saulos;
assim denominado nos Atos dos Apóstolos, mesmo até depois
da conversão de Sérgio Paulo, procônsul
de Chipre, Atos 13:9. Daqui em diante, só tem o
nome de Paulo, que ele a si mesmo dá em todas as
suas cartas. Não é de estranhar que alguns
pensem que tomou este nome do procônsul Sérgio.
Isto, porém, não é de modo algum aceitável,
tendo em vista o modo gentil pelo qual Lucas o apresenta,
dando-lhe o nome de Paulo, quando começou a sua
obra de apóstolo. É mais provável
que, acompanhando o costume de muitos judeus, Atos 1:23;
12:12; Colossenses 4:11, e principalmente os judeus da
dispersão, o apóstolo usasse de ambos os
nomes. Paulo nasceu em Tarso, cidade principal da Cilícia,
Atos 9:11; 21:39; 22:3, e pertencia à tribo de Benjamim,
Filipenses 3:5. Não se sabe como é que a
sua família foi residir em Tarso.
Uma antiga
tradição afirma que ele havia
sido levado de Giscala em Galiléia, pelos romanos,
depois que tomaram este último lugar. É possível,
pois, que a família de Saulo em tempos anteriores,
tivesse fixado residência em Tarso, com alguma das
colônias que os reis da Síria estabeleceram
ali (Ramsay, St. Paul the Traveler, p. 31) ou que tivesse
imigrado voluntariamente, como faziam muitos judeus por
motivos de ordem comercial.
Parece que
Paulo tinha relações familiares
de alto valor e de grande influência. Em Romanos
16:7, 11, manda saudar a três pessoas, seus parentes,
das quais Andrônico e Júnias, que se haviam
assinalado entre os apóstolos e que foram cristãos
primeiro que ele. Pela leitura de Atos 23:16 sabe-se que "um
filho de sua irmã" que provavelmente morava
em Jerusalém com sua mãe, deu informações
ao tribuno sobre a conspiração tramada contra
a vida de Paulo. Dá isto a entender que este moço
pertencia a alguma das famílias importantes da cidade,
o que parece confirmado pelo fato de Paulo haver presidido à morte
de Estevão. É provável que já fosse
membro do concílio, Atos 26:10, pois que não
tardou a receber comissão do sumo sacerdote para
perseguir os cristãos, Atos 9:1-2; 22:5.
Os seus dizeres
na epístola aos Filipenses 3:4-7,
nos leva a crer que ocupava posição de grande
influência que lhe dava margem para conseguir lucros
e grandes honras.
As suas relações de família não
podiam ser obscuras. Apesar de receber uma educação
subordinada às tradições e às
doutrinas da fé hebraica, e de ter pai fariseu,
Atos 23:6, ele era
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O Batismo
no Espírito
Santo, Parte 02
O Batismo no Espírito Santo deve ser entendido como
um revestimento de poder para testemunho evangelístico,
portanto tem seu propósito bem definido nas Sagradas
Escrituras. Longe de ser uma mera experiência subjetiva,
beirando o esoterismo, o Batismo no Espírito Santo é uma
graça para o desenvolvimento serviçal. Como
no artigo anterior, esse texto tem por objetivo discutir
mais algumas questões relacionadas a essa doutrina.
Batismo no
Espírito Santo: Qual o seu propósito?
A experiência normativa do Batismo no Espírito
Santo tem um propósito bem claro nas Escrituras,
com qualificação para o serviço cristão
(cf. At 1.8). Uma maior eficácia na evangelização
dos povos se dá por meio da experiência pentecostal;
portanto, o Batismo no Espírito Santo apresenta
uma relação missionária com os seus
objetivos.
Os que buscam o Batismo no Espírito Santo por mera
curiosidade esotérica, onde querem experiências
místicas e transcendentais, distorcem completamente
o propósito do Batismo no Espírito Santo.
Essa experiência deve ser buscada para aqueles que
têm o coração no Reino de Deus e lutam
por sua expansão. Lembrando que um não-batizado
não está impossibilitado de fazer grandes
trabalhos evangelísticos, pois nunca as Escrituras
colocam que a evangelização está restrita
aos que experimentam um poder carismático, mas é claro
que o Batismo serve como um bom reforço!
A distorção principal nos dias atuais referente
ao propósito do Batismo no Espírito Santo é denominado
de “reteté de Jeová”. Esse movimento
prega experiência por experiência, sem propósito,
cheio de desordem no culto e ainda associa espiritualidade
com barulho. O “reteté”, longe de ser
um reforço ao pentecostalismo, é uma verdadeira
aberração que atrapalha o desenvolvimento
de uma doutrina pentecostal sadia e bíblica, onde
os dons e o Batismo no Espírito é pregado
dentro dos limites das Sagradas Escrituras.
Batismo no
ou com Espírito?
A diferença entre os termos intercalados batismo
no ou batismo com tem suscitado dúvidas e debates.
Nas traduções bíblicas comuns no Brasil,
como as de Almeida, a expressão comum é “batismo
com o Espírito Santo”, mas em obras e textos
de teólogos pentecostais há uma predominância
do termo “batismo no Espírito Santo”.
Não importa a terminologia, pois o conceito doutrinário é o
mesmo.
Certamente a preferência pelo termo “batismo
no Espírito Santo” é forçado
pela comparação com o “batismo nas águas”.
A maioria esmagadora dos pentecostais são adeptos
do batismo por imersão, ou seja, onde o corpo do
batizando é colocado inteiro nas águas batismais.
Como a comparação com o batismo nas águas é inevitável
(Jo 1.33; cf. Mt 3.11), os pentecostais preferem a preposição
NO do que COM. Usando a preposição “com
a água” dá espaço para uma interpretação
mais aberta sobre fórmulas do batismo em águas,
podendo abraçar até mesmo o batismo por aspersão
ou efusão.
Longe de ser uma questão que mudará o significado
do Batismo no/com o Espírito, essas preposições
são usadas para reforçar ou trabalha conjuntamente
com outra doutrina: O batismo nas águas por imersão.
Evidência física
inicial?
Um dos pontos
mais controvertidos na doutrina do Batismo no Espírito Santo refere-se à problemática
de sua evidência. Esse assunto tem dividido até mesmo
os pentecostais clássicos. O próprio William
J. Seymour defendia que as línguas não eram
a única evidência física do Batismo
no Espírito Santo [1], mas outras manifestações
poderiam ser encaradas como essa evidência. Acompanhando
Seymour nesse raciocínio, denominações
inteiras com a Igreja de Deus em Cristo [2] pregam que
existem mais de uma evidência para o Batismo. Hoje,
a maioria das igrejas neopentecostais não defende
que as línguas são a única evidência.
Esse ponto é defendido principalmente pelo texto
de Atos 10.46, onde Lucas relata a admiração
dos judeus que viram os gentios receberem “o dom
do Espírito Santo”, isso “porque os
ouviam falar em línguas e magnificar a Deus”.
Baseados nesse texto, os pentecostais defendem a evidência
física para o Batismo no Espírito Santo [3].
Para mais detalhes sobre o assunto, leia o artigo Falar
em Línguas, a evidência física inicial
[4].
PS: Acompanhe
a terceira parte desse artigo e não
deixe de ler a primeira parte.
Notas e Referências Bibliográficas:
01- ARAÚJO, Isael de. Dicionário
do Movimento Pentecostal. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD,
2007. p 295.
02- Na declaração de fé da Igreja
Deus em Cristo, a maior denominação pentecostal
dos EUA, há uma clara demonstração
da mudança em relação a evidência
física inicial: “Cremos que o dom de falar
em outras línguas um dos sinais de uma vida cheia
do Espírito Santo”. Para o entendimento do
corpo doutrinário dessa denominação,
que vem desde Seymour, as línguas podem ser um sinal
físico, mas não o único.
03- French L. Arr
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